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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Este foi o milagre que levará à canonização dos Pastorinhos de Fátima


FATIMA, 11 Mai. 17 / 12:27 pm (ACI).- Lucas, um menino brasileiro, foi quem, aos 5 anos, recebeu a cura milagrosa por intercessão dos pastorinhos Francisco e Jacinta, após cair de uma janela e ficar em coma; uma história que foi contada pelos pais do menino curado.
João Batista e Lucila Yurie são pais de Lucas e, nesta quinta-feira, relataram toda a história do milagre que levará à canonização dos irmãos videntes de Fátima. Eles participaram de uma coletiva de imprensa no Santuário mariano de Portugal.
A identidade da criança, por ser menor, tem sido mantida “sob reserva”, de acordo com as normas do Vaticano.
O caso teve início quando, em 3 de março de 2013, por volta das 20h, Lucas estava brincando com sua irmã Eduarda e caiu de uma janela de 6,50 metros. Na época, ele tinha 5 anos.
O menino bateu com a cabeça no chão e sofreu um traumatismo craniano, com perda de tecido cerebral.
“Foi assistido na nossa cidade, em Juranda, e dada a gravidade do seu quadro clínico, foi transferido para o hospital de Campo Mourão, no Paraná”, recordou o pai, especificando o tal transferência “demorou quase uma hora”.
A criança chegou ao hospital “em coma muito grave”, sofreu duas paradas cardíacas e teve que passar por uma cirurgia de urgência. “Os médicos diziam que tinha poucas probabilidades de sobreviver”.
“Começamos a rezar a Jesus e a Nossa Senhora de Fátima, a quem temos muita devoção”, disse João Batista.
No dia seguinte, telefonaram para o Carmelo de Campo Mourão para pedir as orações das religiosas pelo menino. Porém, elas estavam na hora do silêncio e a carmelita que atendeu a ligação não passou o recado para a comunidade.  “Ela pensou: ‘O menino vai morrer. Vou rezar pela família’”.
Conforme os dias passavam, o quadro clínico da criança piorava até que, “no dia 6 de março os médicos pensaram na transferência para outro hospital, uma vez que nem havia os cuidados necessários para a sua idade”.
“Disseram-nos que as possibilidades de o menino sobreviver eram baixas e que se sobrevivesse teria uma recuperação muito demorada ficando certamente com graves deficiências cognitivas ou mesmo em estado vegetativo”, relembrou o pai.
Então, em 7 de março, telefonaram novamente para o Carmelo, quando a religiosa que os atendeu passou o recado para a comunidade. “Uma irmã correu para as relíquias dos Beatos Francisco e Jacinta, que estavam junto do Sacrário e sentiu esse impulso de oração: ‘Pastorinhos, salvem este menino, que é uma criança como vocês’”.
Este carmelita convenceu as demais a também pedirem a intercessão dos pastorinhos e também a família de Lucas passou a fazer o mesmo.
“Dois dias depois, no dia 9 de março – lembrou João Batista – o Lucas acordou, bem, e começou a falar, perguntado pela sua irmãzinha. No dia 11 saiu da UTI e dia 15 teve alta”.
Segundo o pai do menino, agora ele “está completamente bem, sem nenhum sintoma ou sequela”. “O que o Lucas era antes do acidente ele o é agora: sua inteligência, seu caráter, é tudo igual”.
“Os médicos, incluindo alguns não crentes, disseram não ter explicação para esta recuperação”, acrescentou.
 João Batista também agradeceu aos profissionais que acompanharam seu filho e à postulação de Francisco e Jacinta Marto, bem como ao Santuário de Fátima. “No entanto, não podemos deixar de agradecer a todos aqueles que rezaram pelo Lucas”, completou.
“Damos graças a Deus pela cura do Lucas e sabemos com toda a fé do nosso coração, que foi obtido este milagre pelos Pastorinhos Francisco e Jacinta”.
Os pais do menino curado expressaram “uma imensa alegria por ser este o milagre” que leva os pastorinhos à canonização. “Mas, sobretudo, sentimos a bênção da amizade destas duas crianças, que ajudaram o nosso menino e agora ajudam a nossa família”, concluiu.
A família de Lucas estará no dia 13 de maio da Missa em que o Papa Francisco canonizará Francisco e Jacinta Marto, no Santuário de Fátima. Eles participarão do cortejo do Ofertório.

Igreja é invadida e fiéis ficam abalados pela violência com a Eucaristia

SÃO PAULO, 05 Mai. 17 / 12:00 pm (ACI).- Desconhecidos invadiram e profanaram a Igreja Nossa Senhora do Rosário, na Diocese de São Miguel Paulista (SP) no início desta semana, deixando a comunidade “estarrecida” devido à violência com a Eucaristia.
“Teve vandalismo, roubo dos cofres do dízimo, profanação do Santíssimo Sacramento”, relataram na página de Facebook da Paróquia São João Batista, em Itaim Paulista, à qual pertence a comunidade Nossa Senhora do Rosário.
Na página foram publicadas fotos que mostram armário aberto, objetos lançados ao chão e hóstias jogadas sobre uma mesa. “O Sacrário foi aberto e violado, espalharam hóstias, reviraram a sacristia toda espalhando objetos sagrados”, relataram.
Segundo o pároco, Pe. Edmilson Leite Alves, “muitas pessoas ficaram estarrecidas com tamanha violência com o Santíssimo Sacramento”. Ele mesmo relata que nos 15 anos em que serve nesta paróquia nunca havia vivido algo parecido.
Diante desse ato, toda a comunidade se uniu na manhã de quinta-feira, 4 de maio, para participar de uma Missa em Desagravo ao Santíssimo Sacramento, a qual contou com grande participação de fiéis não só da Paróquia São João Batista, mas também de pessoas vindas de outras bairros.
“Como disse ontem na Missa, devemos fazer como a canção e amar pelos que não amam, esperar pelos que não esperam e adorar pelos que não adoram”, disse, referindo-se à música ‘Estou aqui’, do grupo católico Anjos de Resgate.
Para o sacerdote, atos como este demonstram como é preciso “aumentar o nosso amor pela Eucaristia”. “Pedi aos fiéis que buscassem e amassem mais a Eucaristia, também por aqueles que não a conhecem”, expressou, lembrando a necessidade de “rezar pela conversão dos responsáveis por esse ato”.
“Além disso – acrescentou –, devemos ser testemunhos vivos nessa sociedade tão descrente”.
Pe. Edmilson informou que não chegou a abrir uma ocorrência sobre o caso, pois “mesmo se você vai à delegacia, há muita força para não fazer”. “Nós nos sentimos impotentes”, lamentou.
Nas redes socais, muitos reagiram ao ocorrido. “Cada vez mais recorrente nas paróquias... por quê? O que leva alguém a fazer isso? Tristeza... se soubessem a importância e a verdadeira presença de Cristo, entrariam na igreja ajoelhados!”, comento

terça-feira, 2 de maio de 2017

Por que maio é o Mês de Maria?

REDAÇÃO CENTRAL, 02 Mai. 17 / 09:20 am (ACI).- Durante vários séculos a Igreja Católica dedicou todo o mês de maio para honrar a Virgem Maria, Mãe de Deus. A seguir, explicamos o porquê.
A tradição surgiu na antiga Grécia. O mês de maio era dedicado a Artemisa, deusa da fecundidade. Algo semelhante ocorreu na antiga Roma, pois maio era dedicado a Flora, deusa da vegetação. Naquela época, celebravam os ‘ludi florals’ (jogos florais) no fim do mês de abril e pediam sua intercessão.
Na época medieval abundaram costumes similares, tudo centrado na chegada do bom clima e o afastamento do inverno. O dia 1º de maio era considerado como o apogeu da primavera.
Durante este período, antes do século XII, entrou em vigor a tradição de Tricesimum ou “A devoção de trinta dias à Maria”. Estas celebrações aconteciam do dia 15 de agosto a 14 de setembro e ainda são comemoradas em alguns lugares.
A ideia de um mês dedicado especificamente a Maria remonta aos tempos barrocos – século XVII. Apesar de nem sempre ter sido celebrado em maio, o mês de Maria incluía trinta exercícios espirituais diários em homenagem à Mãe de Deus.
Foi nesta época que o mês de maio e de Maria combinaram, fazendo com que esta celebração conte com devoções especiais organizadas cada dia durante todo o mês. Este costume durou, sobretudo, durante o século XIX e é praticado até hoje.
As formas nas quais Maria é honrada em maio são tão variadas como as pessoas que a honram.
As paróquias costumam rezar no mês de maio uma oração diária do Terço e muitas preparam um altar especial com um quadro ou uma imagem de Maria. Além disso, trata-se de uma grande tradição a coroação de Nossa Senhora, um costume conhecido como Coroação de Maio.
Normalmente, a coroa é feita de lindas flores que representam a beleza e a virtude de Maria e também lembra que os fiéis devem se esforçar para imitar suas virtudes. Em algumas regiões, esta coroação acontece em uma grande celebração e, em geral, fora da Missa.
Entretanto, os altares e coroações neste mês não são apenas atividades “da paróquia”. Mas, o mesmo pode e deve ser feito nos lares, com o objetivo de participar mais plenamente na vida da Igreja.
Deve-se separar um lugar especial para Maria, não por ser uma tradição comemorada há muitos anos na Igreja ou pelas graças especiais que se pode alcançar, mas porque Maria é nossa Mãe, mãe de todo o mundo e porque se preocupa com todos nós, intercedendo inclusive nos assuntos menores.
Por isso, merece um mês inteiro para homenageá-la.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Um fenômeno contínuo: muitos (cada vez mais) pastores protestantes convertem-se à Igreja Católica


O QUE ACONTECERIA se um protestante honesto, sedento pela Verdade – que segundo a nossa fé é o próprio Cristo – fosse estudar as raízes da Igreja Católica e a sua origem na era apostólica e nos primeiros séculos? Em todo o mundo, com destaque especial para os Estados Unidos, berço do protestantismo da era moderna e contemporânea, um fenômeno intrigante vem acontecendo: uma série de reconhecidos pastores e eruditos dos meios protestantes têm vindo ou retornado ao seio da Igreja Católica.

Como não poderia deixar de ser, a vinda dos pastores arrebata também um considerável número de outros fiéis, antes "evangélicos", e, mais do que isso, outrora anti-católicos. Eles professam seus testemunhos, em abundantes publicações e na internet. Segundo a pesquisadora Janaina Quintal, o ponto em comum entre os convertidos é que todos eles declaram que foram “surpreendidos com a Verdade” ao estudarem a fundo o Cristianismo primitivo e os escritos dos Pais da Igreja. A pesquisadora parece ter total razão, já que este que vos fala, Henrique Sebastião, também se inclui neste mesmo rol. Já fui protestante, já odiei a Igreja Católica, já fui ludibriado pelas interpretações particulares que pastores muito bons de lábia fazem das Sagradas Escrituras.

É verdade também que, no pontificado de Francisco, a distância entre a Igreja Católica e as comunidades protestantes –, ao menos as que não radicais –, tem diminuído. Durante a Jornada Mundial da Juventude, o pontífice provocou polêmica ao rezar com um pastor e fiéis da "Assembleia de Deus" um Pai-Nosso, quando visitava a comunidade de Manguinhos (foi o líder protestante quem quis esperar o Papa em frente ao seu estabelecimento para convidá-lo à oração). Muitos criticaram o gesto, outros ficaram indignados, outros ainda questionaram se foi conveniente. Mas parece que tais ações têm gerado bons frutos.



Da JMJ despontou a comovente história da conversão do carioca Eduardo da Silva à fé católica, que aconteceu 135 dias após o jovem ter impactado o mundo ao aparecer na TV segurando um surpreendente cartaz de acolhida ao Papa, que dizia em letras garrafais: “SANTO PADRE, SOU EVANGÉLICO, MAS EU TE AMO!! ORE POR MIM E PELO BRASIL! TUS ÉS PEDRO…”.
Recentemente, o mesmo Papa Francisco gravou uma mensagem simpática dirigida a lideranças protestantes que se reuniriam nos Estados Unidos. Como fruto quase que imediato, direto e gritante desta aproximação benévola, o pastor Ulf Ekman, fundador da mais influente igreja protestante da Suécia, anunciou, durante uma conferência dominical em seu templo, que se convertera à fé católica (saiba mais)!


Ulf Ekman, ex-pastor sueco

Janaina Quintal elaborou, para o "Universo Católico", uma  resumida lista com o breve perfil de oito ex-pastores que abraçaram a comunhão com a Igreja Católica. Já o noticioso "O Ancoradouro" acrescentou a esta lista algumas notas importantes, as quais usaremos na relação abaixo:


1. Scott Hann. ex-pastor presbiteriano e ex-professor de teologia protestante

Scott Hahn
Este é, possivelmente, o caso mais conhecido e mais divulgado em veículos católicos, especialmente por este ex-pastor ter se torando um importante apologista católico e por ter escrito alguns dos mais didáticos livros sobre a dicotomia Catolicismo X protestantismo, com destaque para "O Banquete do Cordeiro" e "Todos os caminhos levam à Roma", este último um belíssimo relato pormenorizado da história de sua conversão (e da esposa Kimberly) à Igreja Católica.

Era um anti-católico radical. Foram justamente seus excelentes conhecimentos das Sagradas Escrituras (ele é considerado um dos principais biblistas do mundo, hoje) que o levaram a investigar a Igreja Católica livre dos preconceitos a que fora condicionado desde a infância. Seu testemunho público de conversão tornou este professor e sincero servo de Deus um grande defensor da Verdade. Milhares de protestantes e muitos pastores ao redor do mundo voltaram ao Catolicismo por meio do seu testemunho. Já falamos sobre ele e sua obra por aqui (leia). Assista aqui um vídeo em que o próprio relata aspectos desta conversão.


2. Paul Thigpen, ex-pastor, missionário, editor e autor de várias publicações protestantes

Ex-pastor Paul Thigpen
Foi educado em uma Igreja presbiteriana do sul. A exemplo da maioria dos protestantes, migrou entre denominações, insatisfeito com a interpretação particular das Escrituras que encontrava em cada uma delas. Como presbiteriano, foi pastor e missionário na Europa, depois passou para a igreja batista, depois a metodista, depois a anglicana e depois para uma igreja pentecostal. Finalmente, a conclusão dos estudos mais aprofundados que realizou sobre Bíblia e História da Igreja –, na obtenção do seu doutorado em História da Teologia –, facilitou o seu caminho para aquela que ele finalmente reconheceu, de forma definitiva, como a verdadeira Igreja de Cristo, a Igreja Católica.


3. Marcus Grodi, ex-ministro protestante especialista em Teologia e Bíblia

Ex-pastor Marcus Grodi
Concluiu seus estudos acadêmicos de Teologia no seminário protestante Gordon-Conwell, em Boston, Massachussetts. Declara repetidamente: “Eu só quis ser um bom pastor”. Um dia, perguntou-se a si mesmo: “Eu estou ensinando verdade ou erro? Como eu posso estar seguro se, em outras igrejas, a mesma leitura bíblica tem várias interpretações diferentes?”. Pois é, ele descobriu por conta própria aquilo que vivemos dizendo por aqui... Quando há honestidade e uma busca sincera por Deus, a conversão acontece.

Por meio dos seus estudos da História da Igreja, Marcus soube afinal compreender a Bíblia, e assim entendeu que não poderia continuar protestante. Concluiu que a Verdade absoluta só se encontrava na Igreja Católica. Publicamos alguns artigos dele e sobre ele por aqui, que podem ser lidos acessando-se os links abaixo:



4. Steve Wood, ex-pastor e ex-diretor do Instituto Bíblico da Flórida

Ex-pastor Steve Wood
Era pastor da igreja denominada “O Calvário”. Estudou em um instituto das igrejas "Assembleias de Deus", trabalhando em projetos de "evangelismo" juvenil; era líder de ministérios na prisão; organizou um instituto de estudos bíblicos para adultos e depois concluiu a pós-graduação no célebre seminário "evangélico" de Teologia Gordon-Conwell, em Massachusetts.

Testemunha Wood que, um dia, enquanto orava, Deus lhe falou: “Agora ou nunca”, e entendeu perfeitamente que o Chamado era para que procurasse a Igreja Católica. Com a sua conversão ao catolicismo, perdeu tudo: o trabalho como pastor, uma carreira sólida, o prestígio social, o meio de sustento da família... “Eu tinha estudado 20 anos para ser um ministro protestante e Deus me falou: 'Faça, agora!'… E eu fiz isso”, testemunha em seus depoimentos.


5. Bop Sungenis, ex-pastor e professor de Bíblia em uma rádio 'evangélica'

Ex-pastor Bop Sungenis
Escreveu um livro contra a Igreja católica intitulado: “Recompensas no Céu?” Onde criticou os católicos por acreditar na importância das boas obras. A exemplo de Lutero, que chegou a adulterar a Bíblia com essa mesma intenção, Sungenis buscava demonstrar que os ensinamentos da Igreja Católica eram falsos e que, para salvar-se, bastaria somente a fé. Estudou no “Biblical Collegge" de Washington e especializou-se na “George Washington University”.

Bop diz: "Agora, como católico, eu tenho a paz. Isso vem como consolação de viver na Verdade. Agora eu entrei no exército de Cristo nesta grande batalha para a salvação das almas. Ajudarei meus irmãos protestantes a aprender que a Igreja Católica não só é a verdadeira Igreja, mas a Casa à qual todos nós pertencemos".


6. Douglas Bogart, ex-missionário 'evangélico' na Guatemala

Ex-pastor Douglas Bogart
"Meu sonho era ser missionário em minha Igreja evangélica de Phoenix. Porém, com o tempo, sem perceber, Deus estava me guiando para a sua Igreja", diz Douglas em seu depoimento e, com muita tranquilidade, afirma: “Eu li muitos livros de Teologia, de História, e testemunhos”. Estudei o Catecismo da Igreja Católica comparando-o com a Bíblia. Eu li os primeiros escritos dos Pais da Igreja e descobri que a Igreja primitiva era católica e não protestante. Terminei por aceitar a verdade e agora eu sou Católico!".


7. David B. Currie. Ex-ministro evangélico chamado por muitos 'O Mestre em Divindade'

Ex-pastor David Currie
Ele nasceu e cresceu como um protestante fundamentalista. Seu pai era pastor. David fez o curso de Teologia no "International Trinity University" em Deerfield, Illinois. Depois obteve seu “Mestrado em Teologia Bíblica” no "Trinity School of Evangelical Divinity".

O que o levou a ser católico? Sua resposta se baseia em duas coisas: o estudo da Bíblia o fez descobrir que a Palavra de Deus o guiava para o catolicismo; o segundo é que a mesma Bíblia mostrou para ele que a Igreja Católica é a única Igreja fundada por Cristo.


8. Alan Stephen Hopes, ex- Pastor e Bispo Anglicano nomeado por João Paulo II

Ex-pastor Alan Hopes
Não. A imagem ao lado não está errada. É mesmo a fotografia do ex-pastor anglicano convertido ao catolicismo, que foi nomeado bispo auxiliar de Westminster por João Paulo II.

Hopes nasceu em Oxford, em 1944. Foi recebido na Igreja Católica em 4 de dezembro de 1995. Após dois anos como vigário da paróquia de Nossa Senhora da Vitória, de Kensington, foi nomeado padre da paróquia de Nosso Redentor, em Chelsea, tornando-se depois, em 2001, vigário geral da Arquidiocese.

Monsenhor Hopes é um dos muitos ex-pastores anglicanos que abandonaram a Igreja da Inglaterra depois que esta aprovou a ordenação sacerdotal de mulheres, por sua evidente contradição com os Evangelhos e a história da Igreja.

* * *
Esta relação é, claro, apenas uma amostra muitíssimo incompleta, deixando inclusive casos bastane impactantes de fora, como o do ex-pastor Alex Jones, que não só se converteu católico como também levou a sua igreja com ele (leia sobre este caso aqui). Também não menciona o apologista David Anders, que faz um belo trabalho no portal católico "Called to Communion" (leia sobre ele aqui) ou o brilhante Steve Ray, que passou de apologista protestante para um dos mais profícuos autores católicos e autor do belíssimo portal Defender of the Catholic Faith (veja uma de suas ótimas pregações neste vídeo legendado).

A lista apresentada neste artigo está focada em alguns casos mais conhecidos e ocorridos nos EUA, por serem emblemáticos, já que se trata do maior país protestante do mundo, hoje, e, como dissemos no início, verdadeiro berço do protestantismo. Poderíamos, entretanto, citar muitíssimos outros casos que vêm ocorrendo em outras partes do mundo, como o do casal de ex-pastores pentecostais porto riquenhos Fernando e Lissette Casanova e o do ex-pastor mexicano Luis Miguel Boullón. Também no Brasil há numerosos casos, como o de Sideneh Veiga, Paulo Leitão, Adenilton Turquete e muitos, muitos outros. Todos eles são agora católicos e, afinal, verdadeiros cristãos, que encontraram a vida nova em Cristo na Comunhão com seu Corpo e Sangue, que só existe na única Igreja fundada por Ele mesmo: a Católica, Apostólica e, atualmente, Romana.

Encerramos com um trecho do honesto testemunho de conversão do ex-pastor Turquete, que se converteu após 20 anos como "evangélico":

...Não é segredo para ninguém que a expansão do protestantismo no Brasil, especialmente o ramo pentecostal, se deu por conta de uma visão anti-católica que, (falsamente) baseada em textos bíblicos, proclamava a verdadeira salvação por meio apenas de igrejas pertencentes a este seguimento. Igreja Católica era sinônimo de idolatria e o Papa, o próprio Anti-cristo.

Passei a ver o catolicismo como uma religião idólatra e anti-bíblica. Por anos tive esta visão e convicção.

No auge da rede social Orkut, entrei em uma comunidade de debates entre católicos e evangélicos. A comunidade 'Debate Católicos e Evangélicos' congregava um número interessante tanto católicos quanto evangélicos, e ali tínhamos debates teológicos de grandeza magistral, mas também exemplos extremistas de fundamentalismo religioso, de ambas as partes.

Logo em minha primeira participação na comunidade entrei em um tópico que debatia algo sobre as Escrituras. Naquele dia eu levei a maior surra de interpretação bíblica, apanhei até cansar de um católico chamado Paulo, mais conhecido como 'Confrade'. Eu não tinha argumentos, mesmo sendo um leitor ativo da Bíblia, me considerando apto a debater as Escrituras, eu fui calado pela sabedoria e conhecimento daquele rapaz. Derrotado, pedi perdão pelo equívoco...

Passei e estudar com mais afinco o catolicismo, seus costumes, o Magistério, a Tradição, os dogmas, especialmente os ligados a Maria, mãe do Mestre.

O efeito disso foi a anulação do sentimento anti-catolicismo adquirido e o início de uma fase de fraternidade e aprendizado

No entanto foram necessários alguns anos para que eu entendesse que deveria regressar à Igreja Mãe. Foram necessárias várias decepções e muitas frustrações, para poder abrir o meu coração e conceber que meu lugar é na Igreja Católica.

Os próprios "evangélicos" já perceberam que não é mais possível ignorar o fenômeno de conversão de pastores à Igreja Católica. Tentam explicar. De outro lado, alguns veem nesta "enxurrada" de conversões um sinal do fim dos tempos, já que sabemos que, no final, os que pertencerem ao Rebanho serão chamados, e o joio se separará do trigo.

O fato inegável é que, nestes tempos insanos em que vivemos, vai-se tornando cada vez mais difícil permanecer neutro. Chega o tempo em que não se poderá mais fingir ser amigo de Cristo e do mundo, acendendo, como diz um antigo ditado, "uma vela para Deus e outra para o Diabo". Católico morno, decida-se para não ser vomitado do Corpo de Cristo (Ap 3,16). Desça de cima do muro, porque, na realidade, o muro não é neutro, mas pertence ao Inferno. Duc in altum! Sim, os tempos são duros, quando nem aqueles que deveriam zelar pela ortodoxia da fé, seduzidos pelas honras e confortos do mundo, parecem capazes ou dispostos a fazê-lo,  São tempos de decisão, e por certo viveremos ainda tempos piores, em que precisaremos de muita coragem para confessar o santo Nome do Senhor.

Fonte: http://www.ofielcatolico.com.br/

Quem foi Chico Xavier? Santo? Insano? Farsante? Amplie seus conhecimentos sobre o assunto


EM 2010 OS ESPÍRITAS de todo o país comemoraram, com amplo apoio da mídia televisiva e impressa, os 100 anos do nascimento deste que consideram o maior "médium" brasileiro. Em 2012, um programa de TV o elegeu, por meio da votação popular, "o maior brasileiro de todos os tempos". Podemos sem dúvida considerar o Sr. Francisco Cândido Xavier (1910-2002), mais conhecido como "Chico Xavier", uma das personalidades mais populares e também mais polêmicas da história recente do Brasil. E como a nossa mídia (incluindo grandes emissoras de TV, redações dos grandes jornais e revistas e o meio artístico em geral) está repleta de militantes do espiritismo, presenciamos frequentemente um verdadeiro festival apologético à figura de Chico Xavier. Filmes nos cinemas, peças de teatro, lançamentos de uma infinidade de livros, especiais de TV, matérias de capa nas revistas.

Mas o fato é que é muito raro a grande mídia abordar as diversas facetas desse controverso personagem: existe uma outra realidade bem diferente dessa que estamos acostumados a ver nos meios de comunicação, e que pode ser comprovada muito facilmente. A revista "O Fiel Católico" é uma publicação comprometida com a verdade. Longe de querer provocar polêmicas, e com todo o respeito aos espíritas, não poderíamos deixar de tratar desses fatos. Para falar de uma personalidade tão conhecida, o bom senso e a boa consciência nos obrigam a abordar o assunto de maneira responsável e imparcial - algo bem diferente da tremenda propaganda que temos presenciado nos meios de comunicação.

Apresentamos uma série de fatos a respeito de Chico Xavier que é desconhecida da maioria. Advertimos que todas as questões aqui colocadas são fundamentadas na pesquisa documentada, e em depoimentos que foram publicados em veículos reconhecidos.


1. Foi comprovado que Chico Xavier usou truques de mágica e pirotecnia em shows de mediunidade no começo de sua carreira

As fotos ao final deste texto retratam algumas dessas exibições. Existem muitas outras, que se encontram facilmente na internet: em salões alugados, ele se sentava em frente a uma cortina, diante da plateia. Luzes piscavam por detrás do pano, e um cheiro de éter enchia a sala. Aos poucos, vultos surgiam atrás das cortinas e Xavier, junto com outros "médiuns", diziam que eram espíritos se materializando. Fotos da famosa revista “O Cruzeiro” (1964) mostram claramente que eram pessoas vestindo lençóis brancos e com véus cobrindo a cabeça. Mesmo assim, enquanto alguns fossem assistir às apresentações por pura diversão, outros, ingênuos, pareciam acreditar na farsa.

O pesquisador Eurípedes Tahan disse que as pessoas da plateia podiam até tocar as tais alegadas "entidades" e tirar fotos(!). Nessa época, "médiuns" e mágicos costumavam viajar pelo país com seus shows. Chico dizia que usava seus "poderes" para materializar os espíritos. Ele ficava sentado e dizia se concentrar, enquanto que as “entidades” simplesmente saíam de trás do pano. Evidentemente as figuras nunca “apareciam” na frente da plateia, como deveria acontecer se fossem realmente entidades etéreas se materializando. Convenientemente, elas saiam de trás da cortina, como se vê nos shows de mágica mais rudimentares. Anos mais tarde, a farsa veio a ser definitivamente desmascarada, e Otília Diogo, uma das pessoas que se passava por “espírito” (e era apresentada por Chico como a 'Irmã Josefa') chegou a ser presa. Foi com esses shows que Chico começou a se tornar conhecido.

Um fato grave, que por si só já é mais do que suficiente para derrubar o grande mito. Incrivelmente, os defensores de Chico Xavier sempre conseguiram mantê-lo oculto do grande público.


2. O sobrinho de Chico Xavier, em entrevista ao jornal O Diário de Minas, confessou que as psicografias do tio não passavam de farsa

Amauri Pena Xavier, sobrinho de Chico, também se dizia "médium" e afirmava psicografar textos e cartas de pessoas falecidas. Aos 25 anos de idade, sondado por jornalista do referido jornal, ele declarou, textualmente: "Aquilo que tenho escrito foi criado pela minha própria imaginação". Na ocasião, ele também desmascarou o tio famoso, Chico Xavier, dizendo que as cartas "psicografadas" por ele não passavam de fraude: "Assim como tio Chico, tenho enorme facilidade para fazer versos, imitando qualquer estilo de grandes autores. Com ou sem auxílio de outro mundo, ele vai continuar escrevendo seus versos e seus livros".

Sim. O mais incrível é que, depois disso, muita gente tenha continuado a acreditar nas psicografias de Chico Xavier. Foi nessa época que ele, acuado pelas investigações, saiu de Pedro Leopoldo e foi para Uberaba, local onde o espiritismo se encontrava em expansão, onde recebeu apoio institucional.


3. Em 1971, o repórter José Hamilton Ribeiro, da revista Realidade, visitou as sessões de psicografia de Chico, e denunciou que ali aconteciam truques para impressionar os mais crédulos

Declarou o repórter: "Meu fotógrafo viu um dos assessores de Chico levantar o paletó discretamente e borrifar perfume no ar". Chico era famoso pelos aromas que pareciam surgir "do nada" em meio às sessões de "psicografia". "As pessoas pensavam que o perfume vinha dos espíritos", completou Ribeiro.


4. Em muitos livros de Chico Xavier, especialistas encontraram casos claros de plágio de obras literárias publicadas por diversos autores

Entre muitos outros, o pesquisador especializado Vitor Moura, criador do website "Obras Psicografadas", comparou trechos dos livros ditos psicografados por Chico com livros de outros autores e descobriu evidências inquestionáveis. Um dos casos mais impressionantes é o da cópia quase literal de trechos da obra "Vida de Jesus", do filósofo Ernest Renan, no livro "Há dois mil anos", que Chico afirmou ter sido psicografado pelo "espírito Emmanuel".


5. Já foi definitivamente comprovado pela pesquisa histórica que o tal Públio Lentulus, que Chico afirmava ser umprocurador da Judeia do tempo de Jesus e um dos seus orientadores espirituais, nunca existiu

Hoje se sabe que, historicamente, não existiu nenhum senador de Jerusalém ou procurador da Judeia de nome “Públio Lentulus”. Além disso, os nomes, datas e detalhes que constam na obra de Chico são incompatíveis com os fatos históricos.

[Para saber detalhes, acesse: obraspsicografadas.haaan.com]

Uma curiosidade a respeito do "guia" de Chico Xavier: em certa ocasião, em uma palestra pública, o padre Oscar Gonzalez Quevedo tentou conversar em latim com o "espírito Públio Lentulus", supostamente incorporado em Chico Xavier, mas este simplesmente fugiu das perguntas, demonstrando claramente que não compreendia o que estava sendo dito e, visivelmente perturbado, retirou-se do ambiente. Mais uma vez, apesar de tudo, muita gente continuou acreditando...


6. Apesar de muitos pensarem que Chico Xavier dizia detalhes que ele não teria como saber sobre os queridos falecidos das pessoas que o procuravam, a verdade é que ele dava um jeito de conseguir esses dados, sem nenhuma ajuda de espíritos

Waldo Vieira, médico que foi uma espécie de sócio de Chico por quase duas décadas (desde o tempo dos ‘shows de mediunidade’), declarou o seguinte: "Funcionários do centro espírita iam às filas pegar detalhes dos mortos. Ou aproveitavam as histórias relatadas por parentes nas cartas em que pediam uma audiência. O que as mensagens de Chico continham eram essas informações".

Chico ou seus assessores faziam uma entrevista com as famílias que participariam das sessões de "psicografia". O engenheiro Maurício Lopes conta que quando seu irmão de 9 anos foi morto num atropelamento, sua família procurou Chico atrás de ajuda. Ele diz: "Chico simplesmente perguntou à minha mãe detalhes da morte e nomes de parentes, e tudo isso foi citado na carta, depois". Algumas pessoas se impressionam muito com esse tipo de coisa, especialmente aquelas que querem acreditar...


7. A teoria de que Chico Xavier, supostamente um semi-analfabeto, não teria como escrever seus livros, é completamente falsa

Chico não foi longe na escola, mas era autodidata. Ele sempre estudou muito por conta própria, e lia muitíssimo. Colecionava recortes de textos e poesias, comprava livros e mais livros e até montou uma biblioteca particular (preservada até hoje em Uberaba), com obras em inglês, francês e hebraico(!). Nessa coleção (por coincidência?) estão os livros dos autores que ele dizia "receber do além” para escrever seus próprios livros, como Castro Alves, Humberto Campos e outros...


8. Apesar de o espiritismo se declarar uma ciência, o fato é que Chico Xavier sempre se recusou a permitir que cientistas estudassem seus alegados poderes. Ele dizia que seu guia não o permitia

Por que a negativa? Se as suas habilidades fossem verdadeiras, as pesquisas só poderiam demonstrar a veracidade dos fenômenos e ajudar na propagação do espiritismo.


9. Otília Diogo era uma charlatã fichada que se cobria com lençóis para se passar pelo espírito ‘Irmã Josefa’ nos ‘shows de mediunidade’ de Chico Xavier e Waldo Vieira – ela foi enquadrada e presa anos depois


10. O repórter Hamilton Ribeiro foi até Uberaba e desmascarou as mensagens ditas psicografadas de Chico, de maneira muito simples:

Ele inventou nome e endereço falsos e os entregou a Chico, passando-se por adepto do espiritismo e pedindo uma psicografia. Na edição de novembro de 1971 da célebre revista "Realidade", ele publicou a conclusão do seu experimento: "Receita psicografada: do pedido que fiz hoje, em nome de ‘Pedro Alcântara Rodrigues, da Alameda Barão de Limeira, 1327, apto 82, São Paulo’ (dados falsos), me veio a orientação espiritual: "Junto aos amigos espirituais que lhe prestam auxílio, buscaremos cooperar espiritualmente em seu favor. Jesus nos abençoe...’”(!).

Como?! Não existia ninguém com aquele nome, nem morando naquele endereço, era tudo inventado! Sim, mas os “espíritos de luz” que assistiam ao Chico Xavier se comprometeram a auxiliar essa pessoa de mentira nos "planos espirituais".

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Aí estão alguns dados concretos. Não se tratam de opiniões ou considerações, mas de fatos. Que cada um tire suas próprias conclusões. Encerramos o assunto com a exortação de nosso Mestre maior: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!”. (Mt 11, 15) E quem tem olhos para ver...







Otília Diogo, usando uma tosca barba postiça, passava-se também por 'espírito desencarnado' do Dr. Alberto Veloso. Na imagem acima, vê-se a claríssima e ridícula farsa



Acima, fotografias publicadas na revista "O Cruzeiro" e outras, mostram o jovem Chico Xavier ao lado de “espíritos materializados” nos shows de mediunidade que ele promovia no início de sua carreira. Entre estes, o "espírito" de "Irmã Josefa", que era na realidade a charlatã Otília Diogo vestindo panos brancos (nas últimas imagens vemos o seu rosto em close, ao lado de suas fotografias fantasiada de 'espírito desencarnado'): ela foi desmascarada e presa em 1970 (publ. ‘O Cruzeiro’). Estes fatos raramente constam nas biografias oficiais, e nunca são retratados nos filmes. Chico Xavier nunca voltou a tocar neste assunto, nem foi jamais inquirido publicamente a respeito. O leitor interessado, mediante uma breve busca na internet, poderá encontrar muitas outras imagens dessas fraudes.


* * *


** Aviso aos leitores espíritas e/ou admiradores de Chico Xavier:

O editor deste apostolado pede encarecidamente aos admiradores da figura de Chico Xavier que tomem os seguintes mínimos cuidados antes comentar este artigo:
1º Leia o texto antes de comentá-lo. Muitos leem apenas as primeiras linhas (quando não apenas o título) e já se apressam em postar mensagens indignadas. Na maioria dos casos, os argumentos usados por esses comentaristas já estão bem esclarecidos no próprio artigo que estão comentando.

2º Observe os comentários já publicados e as nossas respostas. Praticamente todos os argumentos usados em favor de Chico Xavier já foram respondidos por nós, no espaço para comentários, diversas vezes. Exemplos abaixo:

a) Muitas pessoas já disseram que estamos "julgando" Chico Xavier. Já explicamos, exaustivamente, que apresentar FATOS BIOGRÁFICOS sobre a vida de um indivíduo não é "julgamento" e sim esclarecimento: nesta postagem, não fizemos absolutamente nada além disso e citando as devidas fontes e referências bibliográficas, além de fotografias documentais.

 b) 
Muitas pessoas já disseram que Chico Xavier foi exemplo de humildade e que vivia o que pregava. Respondemos, simplesmente, que isso não é atestado de autenticidade da doutrina que ele pregava. O fato de alguém ser humilde e praticar o que prega não é garantia de que aquilo que ele prega seja verdadeiro. Nossa preocupação e nossa fidelidade é para com a verdade. Ainda que Chico Xavier tenha sido uma pessoa humilde e desapegada, tudo indica também que ele gostava de ser admirado, cercado de atenção e idolatrado – o que ele conseguiu, e como! O que ele deixou de receber em dinheiro, sem dúvida nenhuma, recebeu em atenção, carinho, admiração e uma verdadeira idolatria, que perdura até hoje. Nem sempre a motivação de um charlatão é o dinheiro.

c) Muitas pessoas já alegaram que  estamos "falando do que não conhecemos" ou que o artigo não tem valor porque foi escrito por alguém que não conheceu Chico Xavier pessoalmente. De fato, os autores do artigo não conheceram Chico Xavier pessoalmente, o que não tem a menor importância neste caso: ninguém, por exemplo, precisa ter conhecido Adolf Hitler pessoalmente para saber que foi um déspota cruel e sanguinário. Não estamos comparando Xavier a Hitler, mas o exemplo serve para fazer entender o óbvio: o absurdo de supor que seria preciso conhecer uma pessoa pública pessoalmente para formar juízo de valor. Além disso, o autor principal do texto, Henrique Sebastião, é pesquisador da ciência das religiões há mais de duas décadas e estudou todas as obras espíritas basilares, frequentou centros espíritas, participou de cursos na Federação Espírita Brasileira e até se submeteu a supostos "tratamentos espirituais". O argumento de desconhecimento de causa fica, portanto, completamente descartado.

d) Noventa e nove por cento dos comentaristas indignados com os fatos apresentados nesta postagem limitam-se a atacar a Igreja Católica, mas não comentam nenhuma das verdades aqui apresentadas. POR FAVOR, NOTE QUE O ASSUNTO EM DISCUSSÃO AQUI É CHICO XAVIER. Se você não é capaz de refutar o que estamos demonstrando e comprovando neste artigo, não tente desviar o assunto apontando problemas da Igreja ou fazendo acusações contra os católicos, porque são questões diferentes, e nós já abrimos espaço para essas outras discussões neste website (já tratamos dos assuntos inquisição, cruzadas, pedofilia na Igreja, entre outros). COMPREENDA QUE APONTAR ERROS OU PROBLEMAS NA MINHA RELIGIÃO NÃO É ARGUMENTAR: É FUGIR DO ASSUNTO MUDANDO O FOCO DA DISCUSSÃO.

** Esclarecemos, por fim, que não voltaremos a publicar comentários que se enquadrem na categorias descritas acima, pela simples razão de que não há sentido em nos colocarmos aqui a repetir, indefinidamente, os mesmos argumentos e contra-argumentos, ad nauseam.

Se você chegou até este ponto da leitura, somos gratos pela atenção. A Paz e a Luz de Nosso Senhor Jesus Cristo sejam sobre a sua vida.

_________________
Fontes e ref. bibliográfica:

• FRIDERICHS, Edvino Augusto. Os Méritos da Parapsicologia no Campo Religioso. São Paulo: Loyola, 1993.

• QUEVEDO, Oscar González. Os Mortos Interferem no Mundo? - tratado 5º vol. São Paulo: Loyola, 1992, pp. 32-35.

• KOLPPENBURG, Boaventura. Espiritismo, orientação para os católicos, 8ª ed. São Paulo: Loyola, 2005.

• REVISTA SUPERINTERESSANTE. São Paulo: Editora Abril, ed. 277, pp. 50-60, abril 2010.

• OBRAS PSICOGRAFADAS. Disponível em:
http://obraspsicografadas.haaan.com/2011/materializaes-de-uberaba-otlia-a-mulher-barbada-fotos-inditas/
acesso em 04 abril 2010
ofielcatolico.blogspot.com

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Papa Francisco confirma que canonizará pastorinhos de Fátima em 13 de maio

VATICANO, 20 Abr. 17 / 09:02 am (ACI).- Os irmãos Jacinta e Francisco Marto, os pastorinhos de Fátima que junto com sua prima Lúcia foram testemunho das aparições da Virgem em Portugal, serão canonizados no próximo dia 13 de maio.
Foi o que confirmou o Papa Francisco durante o Consistório Ordinário Público para a Canonização dos Beatos, que aconteceu no Vaticano. O Pontífice canonizará os irmãos Marto durante a viagem que realizará a Fátima nos dias 12 e 13 de maio de 2017 por ocasião da comemoração do centenário das aparições da Virgem Maria na Cova da Iria.
No último dia 23 de março, após a reunião entre o Santo Padre e o Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, foi aprovada a promulgação d decreto que reconhece o milagre, a cura de uma criança brasileira, atribuído à intercessão do Beato Francisco Marto e da Beata Jacinta Marto.
Jacinta nasceu em 11 de março de 1910 e morreu em 20 de fevereiro de 1920, enquanto seu irmão Francisco nasceu em 11 de junho de 1908 e faleceu em 4 de abril de 1919. Ambos foram beatificados pelo Papa São João Paulo II no ano 2000.
Jacinta, Francisco e Lúcia receberam a visita da Virgem Maria na Cova da Iria, em Fátima, entre maio e outubro de 1917. Jacinta tinha sete anos, Francisco, nove, e Lúcia, dez.
A Virgem lhes apareceu em 6 ocasiões. Na terceira delas, a que aconteceu em 13 de julho, a Virgem revelou o Segredo de Fátima a eles. Segundo as crônicas, Lúcia ficou pálida e gritou de medo, chamando a Virgem por seu nome. Houve um trovão e a visão terminou.
Durante o período em que se deram as aparições, as três crianças tiveram que fazer frente às incompreensões de suas famílias e vizinhos e à perseguição do governo português, profundamente anticlerical. Mas, aceitaram essas dificuldades com fé e coragem: “Se nos matam, não importa. Vamos ao céu”, diziam.
Após as aparições, os três pastorinhos seguiram sua vida normal até a morte de Francisco e Jacinta.
Francisco mostrou um espírito de amor e reparação para com Deus ofendido, apesar de sua vida tão curta. Sua grande preocupação era “consolar Nosso Senhor”. Passava horas pensando em Deus, por isso, sempre foi considerado um contemplativo.
Sua vocação precoce de eremita foi reconhecida no decreto de heroicidade de virtudes, segundo o qual, depois das aparições, “se escondia atrás das árvores para rezar sozinho; outras vezes subia aos lugares mais altos e solitários e aí se entregava à oração tão intensamente que não ouvia as vozes dos que o chamavam”.
A vida de Jacinta se caracterizou pelo espírito de sacrifício, pelo amor ao Coração de Maria, ao Santo Padre e aos pecadores. Motivada pela preocupação com a salvação dos pecadores e o desagravo ao Imaculado Coração de Maria, em tudo oferecia um sacrifício a Deus.