quinta-feira, 9 de junho de 2011

A Igreja de Cristo

   
  A Igreja Católica é uma criação direta de Jesus: VOCÊ É PEDRO (KEFAS) E SOBRE ESTA PEDRA (KEFAS) EDIFICAREI MINHA IGREJA. PASTOREIA O MEU REBANHO... Desta forma tanto explícita e nada ambígua, Simão apodado Pedro (latim: Petrus (Pedra) por Jesus, foi nomeado primeiro Papa pelo Messias. A Igreja católica é, conseqüentemente, a única legítima. Por que então esta proliferação ridícula de seitas?
    Nos EUA. existem 27.000 seitas protestantes neste momento, e no resto do mundo chegam às 100.000, a maioria fundada pelo típico pregador com mais desejo de encher seus bolsos com o dizimo de seus ingênuos seguidores, do que em espalhar a fé de Jesus.
    Nestes tempos de hoje é comum ouvir ataques à Igreja baseados em seu passado e de alguns fatos do presente. Entre os mais utilizados estão as cruzadas, a Inquisição e uma suposta discriminação contra as mulheres. Também existem outras causas pelas quais se recrimina à Igreja, embora sejam causadas geralmente mais por pessoas concretas do que pela Instituição religiosa.
    Analisemos algumas destas questões. Quanto às cruzadas, é necessário inseri-las em seu contexto histórico. Começaram em torno do ano 1000, no calor da crise da histeria coletiva pela suposta proximidade do fim do mundo. Muitas pessoas preparavam-se para uma morte que consideravam já muito próxima. Uma das formas de expiação era ingressar nos exércitos cruzados. Estas pessoas não viam contradição entre a sua fé e a reconquista pelas armas dos Santos Lugares como maneira de limpar sua alma do mal. Neste tempo o ofício das armas era considerado um trabalho digno e decente, e animava-se as pessoas a demonstrar sua fé por meio da guerra santa.
     E isto é o que interessa realmente saber destes eventos. A FÉ. Se nós analisássemos os fatos, devíamos considerar que era preciso muita fé para cruzar vários milhares de quilômetros através da Europa, geralmente a pé, por caminhos infestados de bandidos, e arriscar finalmente a vida na conquista dos Santos Lugares. Uma vez que este objetivo foi obtido e restaurado o reino de Jerusalém, a peregrinação constante dos peregrinos à Palestina durante os duzentos anos seguintes foi uma nova prova da fé imensa das pessoas nesta época.
     A Inquisição foi criada há cinco séculos com a finalidade de preservar a ortodoxia religiosa. Quando a reforma protestante chegou, na Alemanha e no norte de Europa, ela continuou a existir, mas com a finalidade de perseguir aos católicos. As causas da existência da Inquisição seguem existindo em nosso tempo. Não é raro, quando abrimos um jornal, ler casos de seqüestros de crianças e adolescentes que aparecem depois de alguns dias, assassinados e mutilados horrivelmente, com evidentes sinais de terem sido torturados e mortos em algum ritual satânico. E isto acontece hoje, no século XXI, o século da ciência, da racionalidade e das comunicações instantâneas.
Imaginemos o que poderia ser no século XV, um século de obscurantismo, ignorância e fanatismo. Os ritos satânicos eram muito mais praticados que agora e não era estranho que as pessoas reagissem com violência excessiva contra os que consideravam agentes do maligno. Em verdade, se a Igreja Católica não tivesse reagido com firmeza naquela época, hoje os que a atacam mentirosamente usando a Inquisição como arma, nem estariam vivos, pois o mundo teria sido sepultado pelo satanismo.
      A Inquisição foi criada em princípio com a finalidade de perseguir este tipo de práticas. Os sistemas de tortura que usou não se diferenciavam em nada dos empregados pelas forças das polícias da época, mesmo eram mais ajustadas pelo matiz religioso da instituição. Os números das vítimas foram também muito amplificados pela propaganda antirreligiosa; mas os dados são eloqüentes: nos quatro séculos da existência do Santo Oficio na Espanha e em seu império latino-americano morreram entre 1400 e 4000 pessoas nas mãos desta instituição. E como sabemos, os excessos cometidos por padres e bispos foram todos punidos rigorosamente pela Igreja, além do que grande parte deste número de mortos, foi responsabilidade protestante e não católica.
     Em comparação, na década selvagem da guilhotina, durante o ateu regime revolucionário pre-napoleônico, foram decapitadas 14.000 pessoas. Em dez anos, a revolução francesa assassinou quatro vezes mais pessoas na guilhotina que nos cinco séculos que a Inquisição trabalhou na Espanha e na América Latina. Interessante que se louva aos quatro ventos a nobre Revolução Francesa, enquanto se cospe na Igreja como criminosa, quando mais terrível para o mundo foram a guilhotina e a Bastilha.
    Comparemos tudo isto com o genocídio massivo dos regimes ateus do século XX: a pagã Alemanha nazista, 30 milhões; regime soviético de comunistas ateus: uns 20 milhões de mortos e sessenta milhões de presos; regime comunista ateu da China: 50 milhões; regime ateu e comunista do Khmer Vermelho: um terço da população inteira do Camboja. E há muitos mais exemplos no Viet-nam, Birmânia, Coréia do Norte, África, com seus milhões de assassinados, também Cuba, etc. Sim, são dados objetivos. Mas estes dados ninguém os recorda, o importante é que devem destruir a imagem da Igreja, para maior glória dos satanistas.
    Finalmente, mencionaremos o exemplo da suposta discriminação feminina. É absolutamente certo que o sacerdócio feminino na Igreja não está admitido. A razão é de tipo dogmático e, conseqüentemente, é inamovível: Jesus escolheu somente homens como apóstolos entre seus discípulos, e nenhuma mulher foi chamada a este serviço. E é evidente que se Jesus - Deus feito homem - fez esta determinação, é porque alguma razão objetivamente justa teve.
Em minha opinião, é necessário procurar a razão na diferença principal que existe entre o homem e a mulher: a capacidade reprodutiva. As mulheres são aquelas que têm as crianças, as nutrem durante longos meses e vivem com elas os primeiros anos da vida de forma quase contínua. Isto, sem dúvida alguma, produz uma relação especialmente estreita entre a mãe e seu filho. Uma relação muito maior da que pode existir entre um pai e aquele mesmo filho.
E é neste ponto onde devemos recordar as palavras do Messias: Todos os que não deixam seu pai, sua mãe, seu irmão, sua mulher e suas crianças não são dignos de mim. Esta é possivelmente, a razão. Deus não pediria a uma mãe que deixasse seu filho. Conseqüentemente, a negação do sacerdócio feminino não é uma discriminação da mulher, mas a conseqüência lógica de uma diferencia biológica entre esta e o homem.
     A fim de concluir, quero falar de todo o trabalho positivo feito pela Igreja. O fato de que Jesus fundou a Igreja deve ter sem dúvida alguma uma finalidade muito importante. Verifiquemos qual é o resultado dois mil anos após. Atualmente a Igreja católica é a mais numerosa em número de fiéis. Mais de um bilhão de católicos povoam o mundo. É também a maior religião do planeta. Tem a maioria absoluta na Europa ocidental e o continente americano. Mais algumas centenas de milhões estão dispersados pelo resto do mundo. Nestes dois mil anos as almas salvas pelo trabalho dos seguidores dos Apóstolos são incontáveis.
    A Igreja foi um fator essencial na história do mundo. É suficiente ler os livros de história, para comprovar como a cristianização do mundo produziu resultados apreciáveis na coexistência humana: moderou os instintos mais selvagens que governavam aos homens do mundo clássico, moderou a dureza das leis, expandiu o conceito do respeito pelo outro e contribuiu com o progresso do conhecimento durante os tempos de ignorância generalizada das invasões pré-medievais.
Seu trabalho no campo social é extremamente notável. Até a aparição do estado do bem-estar, as pessoas pobres somente podiam contar com a caridade eclesiástica para seu sustento, ou na boa vontade de terceiras pessoas, uma grande parte delas induzidas à caridade também pela Igreja.
    Apesar de todos estes enormes benefícios, esta Instituição Sagrada tem muitos inimigos entre as pessoas que seguem aos ídolos de nosso tempo - prazer, dinheiro, egoismo extremo - ; e aqueles que seguem explicitamente ao diabo, que tentam minar os fundamentos desta Instituição com toda classe de calúnias e falsidades, com a finalidade de encher ainda mais os poços do abismo.
    A fim de terminar, só resta concluir: a Igreja Católica, Apostólica e Romana é a única e Igreja verdadeira e legítima; a única fundada por Jesus sobre os ombros de Pedro, o primeiro Papa. É uma Igreja destinada a existir até a fim dos tempos, como predisse o Messias... E AS FORÇAS DO INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA ELA... É uma Igreja Santa desde sua fundação; uma Igreja com seus erros, porque é dirigida por pessoas humanas, e conseqüentemente, imperfeitas; mas foi, é e será o caminho mais seguro para os homens que desejam alcançar o prometido reino de Deus.
Fonte: Recados do Aarão








segunda-feira, 6 de junho de 2011

Oração ao Espírito Santo

  
 Ò Espírito Santo, dai-me um coração grande, aberto à vossa silenciosa e forte palavra inspiradora, fechado a todas as ambições mesquinhas, alheio a qualquer desprezível competição humana, compenetrado do sentido da santa Igreja! Um coração grande, desejoso de tornar-se semelhante ao Coração do Senhor Jesus! Um coração grande e forte para amar todos, para servir a todos, para sofrer por todos! Um coração grande e forte para superar todas as provações, todo tédio, todo cansaço, toda desilusão, toda ofensa! Um coração grande e forte, constante até o sacrifício, quando for necessário! Um coração cuja felicidade é palpitar com o Coração de Cristo e cumprir humilde, fiel e virilmente a vontade do Pai. Amém.
                                                                                               Papa Paulo VI


Oração pelos Dons do Espírito
      Espírito Santo, concedei-me o dom da sabedoria, a fim de que cada vez mais aprecie as coisas divinas e, abrasado pelo fogo do vosso amor, prefira com alegria as coisas do céu a tudo o que é mundano e me una para sempre a Cristo, sofrendo neste mundo por Seu amor. Espírito Santo, concedei-me o dom do entendimento, para que, iluminado pela luz celeste da vossa graça, bem entenda as sublimes verdades da salvação e da doutrina da santa religião. Espírito Santo, concedei-me o dom do conselho, tão necessário nos melindrosos passos da vida, para que escolha sempre aquilo que mais vos seja do agrado, siga em tudo vossa divina graça e saiba socorrer meu próximo com bons conselhos. Espírito Santo, concedei-me o dom da fortaleza, para que despreze todo respeito humano, fuja do pecado, pratique a virtude com santo fervor e afronte com paciência, e mesmo com alegria do espírito, o desprezo, o prejuízo, as perseguições e a própria morte, antes de renegar por palavras e obras a Cristo. Espírito Santo, concedei-me o dom da ciência, para que conheça cada vez mais minha própria miséria e fraqueza, a beleza da virtude e o valor inestimável da alma e para que sempre veja claramente as ciladas do demônio, da carne, do mundo, a fim de as evitar. Espírito Santo, concedei-me o dom da piedade, que me tornará delicioso o trato e colóquio Convosco na oração e me fará amar a Deus com íntimo amor como a meu Pai, Maria Santíssima e a todos os homens como a meus irmãos em Jesus Cristo. Espírito Santo, concedei-me o dom do temor de Deus, para que eu me lembre sempre, com suma reverência e profundo respeito, da vossa divina presença, trema como os anjos diante da vossa divina majestade e nada receie tanto como desagradar vossos santos olhos! Vinde, Espírito Santo, ficai comigo e derramai sobre mim vossas divinas bênçãos. Em nome de Jesus. Amém.

Em defesa da fé

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Matrimônio

   
   Ao falar do matrimônio, São Paulo diz que “é grande este mistério” (Ef 5,32). E o Apóstolo explica que é grande porque “se refere a Cristo e à Igreja”. Jesus referiu-se a Ele como o Esposo, presente entre os convidados daquela bodas: “o Esposo está com eles” (Mt 9,15). Com esta imagem, Ele indicava quanto o amor de Deus para com o homem se reflete no amor de um homem e uma mulher, unidos em matrimônio.

Jesus se apresenta como o Esposo, na sua Pessoa ele revela Deus como o Esposo do povo, de Israel no Antigo Testamento e da Igreja na Nova Aliança. João Paulo II dizia que “o amor humano é a grande analogia para se falar do amor de Deus”. E também a relação sexual do casal assim unido significa algo muito além da mera genitalidade, é transcendente, pois não existe na terra nenhuma outra relação que exprima mais fortemente a intimidade que Deus deseja ter com cada um de nós hoje e sempre. Por isso, o prazer do ato sexual foi dado por Deus e é legítimo e licito para o casal unido pelo matrimônio; esse prazer é uma amostra, um sinal, um indício, do que será a alegria da união eterna com Deus. Esse prazer estonteante é como que uma porta aberta para “o que Deus tem preparado para os que amam”, como disse S. Paulo (1Cor 1,9).

Uma vez que a união conjugal foi transformada em um sacramento por Jesus, a sua união envolve o próprio Deus, que dá grande sentido ao ato sexual. O Concilio Vaticano II disse que “o legítimo amor conjugal é assumido no amor divino” (GS).

O casal nunca pode esquecer que o ato sexual é a celebração do seu amor; por isso ele vai sempre além das aparências e do prazer; por isso, deve ser um ato sem pressa, respeitando o ritmo do outro e seus limites. Cada um deve ter a liberdade de comunicar ao outro as suas dificuldades, seus desejos, sem fingimento e sem constrangimento, para aprimorar esta “celebração do amor conjugal”. Isso faz com que  a relação sexual do casal mude com o tempo, e vá se ajustando às necessidades de cada um.

Se houver alguma dificuldade, aquele que mais ama, ou tem mais facilidade, deve logo iniciar o diálogo amigo para superar algum problema. Não permitam que o silêncio sepulcral os enterre na tristeza e na frieza. Muitas vezes uma relação sexual pode significar o recomeço de uma nova vida, o reinício de uma comunhão interrompida por algum problema. É preciso estar disposto a sempre recomeçar, isso significa amar primeiro. O amor não é somente um ato de sentimento, mas também um ato de vontade, de domínio, que quer o bem do outro. É preciso buscar fazer da existência um ato contínuo de amor ao longo do tempo.

Muitas vezes o casal terá que se perdoar; e isso não quer dizer simplesmente esquecer o erro cometido pelo outro. Perdoar não é um ato de fraqueza e nem considerar sem importância a ofensa recebida; o perdão não é um gesto de indiferença; é um ato de vontade; é um decisão lúcida e livre de quem sabe o valor que tem de acolher o outro apesar de nos ter ofendido ou prejudicado.

O Papa nos ensina, na Carta às Famílias, que a presença de Jesus nas Bodas de Caná, com a Mãe e os seus discípulos, realizando ali o “primeiro” milagre, “pretende assim demonstrar quanto a verdade da família esteja inscrita na Revelação de Deus e na história da salvação” (CF,18).

S. Paulo ensina que o amor do casal é o reflexo do amor de Cristo para com a Igreja, e sua união sinaliza na terra, esta “Aliança” eterna e indissolúvel. Nesta lógica, o Apóstolo exige:
“Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela, para santificá-la , purificando-a pela água do batismo com a palavra, para apresentá-la a si mesmo toda gloriosa, sem mácula, sem ruga, sem qualquer outro defeito semelhante, mas santa  e  irrepreensível” (Ef 5,25-27).

Essas palavras mostram que a Igreja é a Esposa de Cristo, objeto de todo o seu amor. Ele fez dela o seu próprio Corpo, que chamamos de Místico. Cristo tornou-se, então, “uma só carne” com a Igreja, fez-se a sua Cabeça. Isto levou o Apóstolo a dizer:
“As mulheres sejam submissas a seus maridos, como ao Senhor, pois o marido é o chefe da mulher, como Cristo é o Chefe da Igreja, seu corpo, da qual ele é o Salvador.” (Ef 5,22)

Esta “submissão” só pode ser bem entendida quando se olha para a submissão da Igreja a Cristo. Longe de ser uma anulação ou escravidão, é uma cooperação amorosa com a cabeça que dirige o corpo. É, na verdade, uma submissão recíproca. A palavra submissão significa estar “sob missão”, quer dizer, a esposa deve ajudar o esposo a cumprir a usa difícil missão de manter o lar e  educar os filhos.

Santo Ambrósio, bispo de Milão, que batizou Santo Agostinho, já dizia aos maridos no século IV:
“Não és o senhor, mas o marido; não te foi dada como escrava, mas como mulher… Retribui-lhe as atenções tidas para contigo e sê-lhe agradecido por seu amor.”  (Exameron, V,7,19)

A experiência mostra que os casais e as famílias mais felizes, são aquelas em que a esposa coopera docilmente com o marido na sua difícil tarefa de dirigir o lar. Aquelas mulheres que querem assumir o comando do lar, anulando o marido, muitas vezes experimentam a solidão e a insegurança. O perfil psicológico da mulher está muito mais para ser apoiada e protegida, do que para mandar.

Só conseguimos entender bem o mistério do casamento à luz da Aliança de Deus com a humanidade, desde Adão, até a nova e eterna Aliança de Cristo com a Igreja. O matrimônio cristão tem estas três características: Indissolubilidade, Fidelidade e Fecundidade, exatamente porque essas são as características do amor de Cristo para com a Igreja. É uma Aliança indissolúvel, eterna, celebrada uma vez para sempre no sangue do Cordeiro; é uma Aliança que não admite traição de ambas as partes; e é uma Aliança fértil de onde renascem os filhos de Deus pelo Batismo.

O Catecismo da Igreja mostra bem esta verdade:
“O amor conjugal comporta uma totalidade na qual entram todos os componentes da pessoa – chamada do corpo e do instinto, força do sentimento e da afetividade, aspiração do espírito e da vontade; o amor conjugal dirige-se a uma unidade profundamente pessoal, aquela que, para além da união numa só carne, não conduz senão a um só coração e a uma só alma; ele exige a indissolubilidade e a fidelidade da doação recíproca definitiva e abre-se na fecundidade” (CIC, 1643).

A aliança de Deus para com Israel apresenta-se sob a imagem de um amor conjugal exclusivo e fiel. Na Antiga Aliança, o Esposo é o próprio Deus, Javé, que se apresenta como o Esposo de Israel, povo eleito: um Esposo fiel  e ciumento, terno e exigente. Todas as traições de Israel, deserções e idolatrias, dramaticamente descritas pelos Profetas, não conseguem acabar com o amor deste Deus-Esposo, que em Jesus Cristo, finalmente, “ama até o fim” (Jo 13,1), este povo que o rejeita e o leva à Cruz.

Profº Felipe Aquino