segunda-feira, 7 de maio de 2012

DEUS ABOMINA O ESPIRITISMO


Quem evocar os espíritos será morto. (Lev.20,27)
"Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo, seu filho ou sua filha, nem quem se dê a adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou à evocação dos mortos. Porque o Senhor Teu Deus abomina aqueles que se dão a essas práticas... E é por causa dessas abominações que o Senhor, Teu Deus, expulsa diante de ti essas nações. Serás inteiramente do Senhor, Teu Deus. As nações que vais despojar, ouvem os agoureiros e os adivinhos. A ti, porém, o Senhor, Teu Deus, não o permite.

Levítico. 19,31: "Não vos dirijais aos espíritas nem aos adivinhos: não os consulteis, para que não sejais contaminados por eles. Eu Sou o Senhor, vosso Deus."

Levítico. 20,27: "Qualquer homem ou mulher que evocar os espíritos ou fazer adivinhações, será morto. Serão apedrejados, e levarão a sua culpa."

Levítico. 19,1: "O Senhor disse a Moisés: Dirás a toda a assembléia de Israel o seguinte": "Sede Santos, porque Eu, o Senhor vosso Deus, SOU SANTO."

A respeito do espiritismo, está escrito na Sagrada Escritura ( Bíblia) por isso temos que ter cuidado.

  • FÉ CRISTÃ                                                                                
Cremos que Jesus é Deus, é o filho de Deus, da mesma natureza divina do Pai e do Espírito Santo. Aqui está a razão de nossa Fé. "No princípio existia o Verbo (o Filho), o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus". João 1,1.
  • ESPIRITISMO 
Espiritismo nega a divindade de Cristo. Para eles Cristo não é Deus, é apenas um espírito superior, iluminado. Destróiportanto, a base da Fé cristã.
  • FÉ CRISTÃ   
Para o cristão a revelação de Deus a nós culminou e terminou em Jesus Cristo. Diz o Concílio Vaticano II: "A economia Cristã, como aliança nova e definitiva, jamais passará e não há que esperar nenhuma nova revelação pública antes da gloriosa manifestação do Senhor Jesus".

(Basta conferir a Bíblia: 1 Tm 6,14; Tt2,13).

  • ESPIRITISMO 
Espiritismo afirma ser a terceira revelação. A primeira se deu com Moisés, a segunda com Jesus Cristo, a terceira com os espíritos, a partir de Allan Kardec, dizem eles.

  • FÉ CRISTÃ   

"Fostes remidos não pelo ouro e prata corruptíveis, mas pelo sangue de Jesus Cristo imaculado"; o qual levou no seu corpo os nossos pecados sobre o lenho, afim de que, mortos para o pecado, vivamos para a justiça". 1 Pr 1,18; 2,24.


  • ESPIRITISMO 

Nem o sangue de um Deus pode salvar os homens! Diz Carlos Imbassay, um dos principais comentadores da doutrina espírita no Brasil. A salvação é dom gratuito de Deus, é o que afirma a Bíblia em muitíssimas

passagens...... e são justificados gratuitamente, por sua graça, em virtude da redenção realizada em Cristo Jesus ". Rm 3,34. Apenas um exemplo. A salvação não é um "dom", mas é o próprio homem quem a consegue, necessariamente, através das'reencarnações.

  • FÉ CRISTÃ   
                A Bíblia é a "carta de Deus aos homens". Ela é inspirada pelo Espírito Santo. Nela está resumida a  revelação de Deus aos homens, através de Profetas, de Jesus, dos Apóstolos. A Bíblia é a PALAVRA DE DEUS.
"Nem a Bíblia prova coisa alguma, nem temos a Bíblia como provante. O Espiritismo não é ramo do cristianismo, como as demais seitas cristãs. Não assenta seus princípios nas escrituras. Não rodopia junto da Bíblia... a nossa base é o ensinamento dos espíritos, daí o nome espiritismo". Palavras de Carlos Imbassay, no livro"À margem do Espiritismo", 23 Edição, pág. 219.

  • FÉ CRISTÃ   
Cristo nunca falou de reencarnação, mas sim de ressurreição, que nada tem a ver com reencarnação, para quem conhece a Bíblia. Na carta aos Hebreus diz a Bíblia: "E como é um fato os homens devem morrer uma só vez, depois do que vem o julgamento". Hb 9,27.


Espiritismo afirma que existe reencarnação, contra toda a mensagem da Bíblia.


  • FÉ CRISTÃ   

Nossa fé condena a "evocação" dos mortos, baseada em muitos textos da Bíblia. Vejam este: "Não se ache no meio de vós... quem se dê a evocação dos mortos, porque o Senhor, vosso Deus, abomina aqueles que se dão a estas práticas". Deuteronômio 18,10-11.

Todo o Espiritismo está baseado nesta prática, que se opõe a toda revelação que está na Bíblia, contra a ordem de nosso Deus!
 "Caso surgir no teu meio um profeta ou um vidente que te anuncie um sinal ou prodígio, 3e se realizar o sinal ou prodígio que anuncia, dizendo: ‘sigamos outros deuses –deuses que não conheceis –e sirvamo-los’, 4 não atenderás às palavras do profeta ou sonhador, pois é o Senhor vosso Deus que vos prova; quer saber se de fato amais ao Senhor vosso Deus, com todo o coração e de toda a alma. 5 Ao Senhor vosso Deus deveis seguir e a ele devereis temer. Devereis guardar-lhe os mandamentos, escutar sua voz, servi-lo e apegar-vos a ele. 6 O profeta ou vidente, porém, seja morto por haver incentivado à rebelião contra o Senhor vosso Deus, que vos libertou do Egito e vos resgatou do antro de escravidão, para afastar-vos do caminho que o Senhor vosso Deus vos mandou seguir. Assim fareis desaparecer a maldade de vosso meio" (Dt 13,2-6)."

Deus é um só e podemos frequentar qualquer religião? 

Não, e está bem claro no evangelho e Nossa senhora nos revela em suas mensagens desde Fátima, Lourdes ... até os dias atuais:

Mateus 16, 17-19 " ...Bem aventurado és tu, filho de Jonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus. Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado no céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus."

A igreja fundada por Cristo é a Católica Apostólica Romana, somente ela tem todos os sacramentos, todas as outras foram fundadas pelo homem, exemplos: Evangélicos, Batistas fundadores; Lutero e Calvino, Espiritismo; Alan Kardec (abominável a Deus, pois está na Bíblia), Islamismo; Maomé, Maçonaria: seita secreta, Budismo; Buda e varias outras. Somente os Católicos recebem a Eucaristia; a aliança que Deus fez conosco.

A voz do povo é a voz de Deus, não é o ditado?

Nós católicos somos 70%, Evangélicos 25%, Espíritas 2,5% e 2,5% outras.

Você vai querer ficar entre um destes 30%?

Não significa dizer que somente os católicos serão salvos, mas pelo que Nossa Senhora está nos dizendo, os de outras religiões, o julgamento não será fácil e nos pede insistentemente; convertei-vos, convertei-vos, convertei-vos, Fique com Deus!

Jesus falou bem claro no evangelho: Mateus 16, 17-19 " ...Bem aventurado és tu, Simão, filho de Jonas! Porque isto não lhe foi revelado por carne ou sangue (pelo homem), mas por meu Pai que está nos céus. Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado no céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus."

Jesus nos ensina claramente no evangelho que só temos uma igreja e esta igreja foi a fundada por Pedro Apóstolo, o primeiro Papa, somente a Igreja Católica Apostólica Romana têm um Papa. O que mais vemos inaugurar nos dias de hoje, são igrejas fundadas pelo homem. Começou com Lutero e Calvino, e o nome já diz tudo: Protestante, protestando contra a igreja de Cristo.

Em Fátima, Nossa Senhora (1917) revelou aos pastorinhos, que o demônio é muito astuto, faz com que muitos acreditem em outras religiões que falam de Jesus Cristo, mas o segredo de tudo está na EUCARISTIA, a Aliança que Deus fez conosco. O que Jesus na quinta-feira santa, antes de morrer nos falou? " Tomai, todos, e comei: isto é o meu corpo, que será entregue por vós. Tomai, todos, e bebei: este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós e por muitos, para remissão dos pecados. Fazei isto em memória de mim." 

Cuidado, muitas religiões pregam o bem, falam de Jesus, mas o que o Demônio quer, é ver você sem receber a Eucaristia, a aliança de Deus! Somente a Igreja Católica têm este grande presente do céu para nos dar.

A Eucaristia, a Aliança de Deus é tão séria que temos várias passagens da Bíblia nos revelando, principalmente em Daniel 12, 9-13 "E ele disse: Vai Daniel, porque estas palavras estão fechadas e seladas até o tempo do fim. Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados; mas os ímpios procederão impiamente, e nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão. E desde o tempo em que o *Sacrifício Perpétuo for abolido, e posta a abominação desoladora no lugar Santo, haverá mil duzentos e noventa dias. Bem aventurado o que espera e chega até mil trezentos e trinta e cinco dias. Tu porém, vai até o fim; porque repousarás, e estarás na tua sorte, no fim dos dias."

*Sacrifício Perpétuo = Santa Missa Católica

*Abominação desoladora no lugar Santo Ler:II Tessalonicenses 2

Jesus também em Mateus 24,15 confirma o que Daniel revelou: "Quando virdes que a abominação da desolação, de que falou o Profeta Daniel está no lugar santo; quem lê entenda; ...Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tão pouco há de haver." # Favor ler Mateus 24 todo

Por Favor povo de Deus, não se deixem iludir com outras religiões, vamos rezar e participar, para que o Sacrifício da Santa Missa não acabe, pois é isto que o demônio quer. Leiam também II Tessalonicenses 2, se não fizermos a nossa parte, com certeza acontecerá antes do previsto, que infelizmente acontecerá, porque está escrito na Sagrada Escritura e tem que se cumprir.

Sem a Aliança de Deus, a Eucaristia, a Santa Missa o mundo acaba. 

Se está escrito na Bíblia temos que respeitar, a Bíblia é o livro escrito por Deus não pelo homem, como segundo Alan Kardec:

No espiritismo se fala em Deus, e ensina que todas as religiões que falam em Deus são boas, e que o importante é fazer a "Caridade." Eu comecei a estudar o espiritismo e descobri que o "deus" dos espíritas não é o mesmo Deus que o Nosso Senhor Jesus Cristo nos ensinou a chamar de "Pai-Nosso que estais no Céu ... perdoai os nossos pecados, assim como nós perdoamos os nossos devedores."

"O deus" do espiritismo e de todos os que acreditam na reencarnação, não tem poder de perdoar nossos pecados. Porque o seu "deus" é importante e não tem misericórdia. Dizem então, que é preciso reencarnar, para pagar os pecados da vida passada. Na falsa doutrina espírita não existe a parábola do filho pródigo, porque o Deus de que Jesus Cristo nos ensinou a chamar de Pai, tem um coração misericordioso que acolhe de volta o filho que errou, mas decidiu a voltar para casa. Vejamos, este Nosso Pai do Céu não disse: "Agora volte a viver no chiqueiro com os porcos, para pagar as ingratidões que Me fizestes! Ele abraçou e beijou o seu filho e o acolheu novamente com todos os direitos que o filho têm" (Lc.15,11...). A reencarnação é uma mentira. Pois, já está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o Juízo Final (Heb.9,27). Quanto a fazer "caridade" que se fala tanto no espiritismo, ela não deve ser um meio para atrair as pessoas e depois ensiná-las coisas falsas (essa é a isca). Enganar o próximo é uma grande falta de caridade.

Muitas pessoas estão usando deste meio uma fachada de filantropia, (ajudando os pobres de bens materiais), mas afastando muitos da verdade e do ensinamento que o Nosso Senhor Jesus nos ensinou, e que está nos Evangelhos. Vejamos a parábola do rico e Lázaro (Lc.16,26), (assim disse pai Abraão ao rico que estava no fogo do inferno. Além de tudo há entre nós e vós um grande abismo(barreira) de maneira que os que querem passar daqui para vós, não o podem, nem os de lá passar para cá).

Quem diz que recebe carta do além ou fala com os mortos, é mentiroso. Só com permissão de Deus, no caso dos Profetas e Aparições da Virgem Maria. Jesus Cristo, Nosso Salvador, Rei é o único Senhor que instituiu o Sacramento do perdão e reconciliação. Porque conhece nossas fraquezas. Todos nós precisamos do perdão de Deus. Quem diz que não tem pecado, é um mentiroso (1ª Carta de São João 1,8-10).Outros textos: II Reis 23,4 Col. 2,15-18 Atos. 19,19 / II Reis. 23,24-25 Col. 2,8-10 Ef. 6,12

"Não se pode servir a dois senhores. Amarás o Senhor Teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo teu espírito" (Deut.6,5; Mt.22,37).

Não esqueça! Nosso Deus têm poder para perdoar nossos pecados (Jo. 20-23). Através do Sacerdote, conferir também, (Jo. 5,4-6).

Repita: "Creio em Deus Pai Todo Poderoso. Creio também na Santa Igreja Católica. Creio na remissão dos pecados."

Não preciso reencarnar e sofrer de novo, Jesus Cristo nos diz: "Este é o Cálice do Meu Sangue, em remissão dos vossos pecados" (Mt.26,28). "O único que teve a coragem de nos dar a Sua Vida na Cruz. Só Ele pode nos perdoar."

Buda, Maomé, Alan Kardec e essa infinidade de seitas levam você ao fogo do inferno. Assim estes fundadores destas falsas religiões e falsas igrejas que não são como aquela fundada por Jesus Cristo sobre a rocha de Pedro, a qual ele chamou de "A MINHA IGREJA"(Mt.16,16s). Os Evangelhos narram os grandes milagres de Jesus. Assim Ele provou-nos que é Deus. Provou que é Deus e deu a maior prova de amor que alguém pode dar: Deu a Sua vida! Se a nossa vida não tem preço, quanto vale, então, a vida do "Autor da Vida?" No entanto, essa Vida de valor infinito, Ele a deu por nós, por mim e por você. Só Ele tem o poder e a autoridade de fundar A Religião e A Igreja. O resto é falsidade, loucura de homens que ficaram cegos pela própria soberba. É o caso de se perguntar: Será que algum desses pretensos "iluminados" provou que era Deus e morreu pelos seus adeptos e discípulos numa Cruz?

"Antes que Abraão existisse, Eu Sou"(Jo.8,58). Como dói ver milhões e milhões enganados, abdicando a Luz para viver nas trevas do erro. Ele já nos tinha avisado: "Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós com vestes de ovelhas, mas por dentro são lobos ferozes" (Mt. 7,15). Também São Paulo muito alertou a São Timóteo, o seu bispo primeiro, sobre essa insana ousadia dos "iluminados": "O Espírito diz expressamente que nos tempos vindouros alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos sedutores e doutrinas diabólicas" (1Tim. 4,1). "Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Tendo nos ouvidos o desejo de ouvir novidades, escolherão para si, ao capricho de suas paixões, uma multidão de mestres.

"Afastarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas!"(2Tim.4,2-4). É o que vemos hoje: "falsos profetas", "doutrinas diabólicas", "multidão de mestres", milhares de "fábulas"... Não irmão, não aceite mais cuspir no Rosto do Senhor; não queira renovar a Sua Flagelação, não forneça mais um espinho para a Sua coroa de dores, não ajunte mais uma martelada nos Seus cravos, não empurre ainda mais a lança contra o Seu Sagrado Coração. Por toda a sabedoria, que vem da Palavra de Deus, conscientizado pela verdade, decididamente abandonai o espiritismo e assumi o seu Batismo(Efésios. 4,5...).

Se você foi enganado pelo espiritismo ou outras crenças falsas, volte para a Casa do Pai. Jesus está Vivo na Eucaristia e te espera na Santa Missa.



As Quatro Marcas da Igreja


As Quatro marcas da Igreja ou Quatro Características da Igreja são um grupo de quatro adjetivos considerados como características que descrevem as marcas distintivas da verdadeira Igreja de Jesus Cristo, sendo elas - una, santa, católica e apostólica. Essa crença é partilhada pela Igreja Católica, Ortodoxa, Nestoriana, Não-Calcedoniana, e pelo protestantismo histórico, que por vezes é chamado de Atributos da Igreja.
Estas características foram dogmatizadas pelo Credo Niceno-Constantinopolitano, em 381, que professa: "Creio na Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica". Embora nenhuma afirmação de fé pode expressar a totalidade da teologia e crença cristã, as quatro marcas representam um resumo de algumas das afirmações mais importantes dela. Estas palavras foram usadas durante a Reforma Católica para distinguir a Igreja Católica das demais denominações surgidas da Reforma Protestante.
Esta composição foi defendida por diversos Padres da Igreja nos três primeiros séculos do cristianismo. Uma referência a ela é encontrada nas epístolas de Santo Inácio, Bispo de Antioquia, por Eusébio de Cesareia, Santo Atanásio e etc. O Primeiro Concílio de Nicéia realizado em 325, que desenvolveu o Credo Niceno, cita a catolicidade e apostolicidade da Igreja. Estas características foram dogmatizadas pelo Credo Niceno-Constantinopolitano, em 381: "Creio na Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica".
Quatro marcas
- Una
"Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Há um só Deus e Pai de todos, que atua acima de todos, por todos e em todos". (Ef 4:5-6). "Una" descreve a unidade do Corpo de Cristo. Essas palavras do Credo falam dos seguidores de Jesus Cristo, unidos em sua crença em um só Deus, um só Senhor, no Cenáculo. No discurso final de Jesus com seus discípulos, na noite de sua prisão, ele orou três vezes pedindo que eles pudessem ser apenas "um" (Jo. 17:20-23). Ele reza para que os cristãos possuam unidade, afirmando que esta unidade irá fornecer a evidência mais convincente para o mundo que ele é o seu Salvador.
- Santa
A palavra "santa" significa a procura constante da Igreja pelo aperfeiçoamento e amadurecimento espiritual, uma vez que todos os cristãos foram "chamados a serem santos" (Romanos, 1: 7). Jesus fundou sua Igreja terrestre para continuar a sua obra redentora e santificadora do mundo, sendo a santidade da Igreja derivada da santidade de Cristo. Porém isto não implica que os membros da Igreja são livres do pecado.
- Católica
Porque a Igreja é universal e está espalhada por toda a Terra; é portadora da integralidade e totalidade do depósito da fé; "leva e administra a plenitude dos meios" necessários para a salvação" (incluindo os sete sacramentos), dados por Jesus à sua Igreja; "é enviada em missão a todos os povos, em todos os tempos e qualquer que seja a cultura a que eles pertençam"; e nela está presente Cristo.
Então Jesus veio para eles e disse:
"Toda a autoridade no céu e na terra foi dada a mim.
Portanto ide e fazei discípulos de todas as nações,
batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e
ensinando-os a obedecer tudo o que vos tenho ordenado.
E eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos ".
Mateus 28:18-20
- Apostólica
Porque ela é fundamentada na doutrina dos Apóstolos cuja missão recebeu sem ruptura. Segundo a Doutrina Católica, todos os Bispos da Igreja são sucessores dos Apóstolos e o Papa, Chefe da Igreja, é o sucessor de São Pedro ("Príncipe dos Apóstolos"), que é a pedra na qual Cristo edificou a sua Igreja.
A palavra para "Pedro" e para "pedra" em aramaico são a mesma (Cepha, também transliterado Kipha), assim Pedro é a rocha da Igreja, o princípio da unidade e de estabilidade. Nos países da Antiguidade, a chave é um símbolo de autoridade, deste modo, dando a Pedro as "chaves do reino dos céus" Cristo promete que Ele vai conferir ao apóstolo o poder de governar o Igreja, no seu lugar como seu Vigário. Em todos os evangelhos do Novo Testamento, Pedro encabeça os apóstolos (Mt 10,1-4; Mc 3,16-19; Lc 6,14-16; At 1,13). Pedro era o primeiro que falava em nome dos apóstolos (Mt 18,21; Mc 8,29; Lc 12,41; Jo 6,69), e preside muitas cenas notáveis (Mt 14,28-32; Mt 17,24, Mc 10,28). "Em cada Evangelho, ele é o primeiro discípulo, à ser chamado por Jesus."

domingo, 6 de maio de 2012


Oração para pedir favores pela intercessão do servo de Deus o Papa João Paulo II
Ó Trindade Santa,
Nós vos agradecemos por ter dado à Igreja o papa João Paulo II e por ter feito resplandecer nele a ternura da vossa Paternidade, a glória da cruz de Cristo e o esplendor do Espírito de amor.
Confiado totalmente na vossa infinita misericórdia e na materna intercessão de Maria, ele foi para nós uma imagem viva de Jesus Bom Pastor, indicando-nos a santidade como a mais alta medida da vida cristã ordinária, caminho para alcançar a comunhão eterna convosco.
Segundo a vossa vontade, concedei-nos, por sua intercessão, a graça que imploramos, na esperança de que ele seja logo inscrito no número dos vossos santos. Amém.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Muito obrigado, querido padre Rufus!



Exorcista padre Rufus Pereira morre na Inglaterra

testemunho: Sou agora Catolico



A maioria de vocês me conhece como um cristão protestante “de carteirinha”. Não tanto como um daqueles “crentes” típicos, isto é, moralista, fundamentalista (na pior acepção da palavra) e às vezes inconvenientemente proselitista. Sempre fui um cristão discreto (até demais…) ou mesmo tímido, mas essa discrição e essa timidez têm sido compensadas, nos últimos anos, por uma intensa participação em listas de discussão e em comunidades no Orkut. E essas minhas participações fizeram-me um evangélico razoavelmente conhecido na Internet, ou pelo menos em um grupo relativamente grande de amigos e conhecidos evangélicos. O fato de muitas pessoas me conhecerem — umas mais, outras menos — como um protestante atuante e “engajado” é o que me obriga, por uma questão de honestidade, a vir a público dar-lhes uma notícia que para muitos (talvez para a maioria) de vocês poderá ser decepcionante, revoltante até, mas que eu preciso comunicar, até por um dever para com a minha própria consciência e com Deus.
Sem mais delongas, quero lhes comunicar minha decisão de me tornar católico apostólico romano. Não se trata de uma decisão súbita, ao contrário, é fruto de um processo que se iniciou há pelo menos cinco anos.

Resumidamente, para quem não conhece, vou contar minha trajetória religiosa até aqui. Eu nasci numa família protestante. Meus pais eram — e são até hoje — membros da Igreja Presbiteriana do Brasil, igreja onde fui batizado e fiz profissão de fé. Durante boa parte da minha adolescência, freqüentei uma igreja pentecostal conservadora. Com a morte da dirigente dessa igreja (que era minha tia), os membros se dispersaram, e eu então me tornei membro da igreja batista, onde congreguei por cerca de 3 anos, de onde saí para freqüentar, por poucos meses, uma pequena comunidade evangélica no bairro de Botafogo. Então com 24 anos, ingressei na faculdade de filosofia, o que fez com que eu me afastasse da igreja (embora não de Deus) por certo período, durante o qual eu pude refletir criticamente sobre a minha experiência como cristão.

Ao fim do curso, escolhi como tema da minha monografia um pensador religioso chamado Søren Kierkegaard (1813-1855), que era luterano. O estudo do pensamento desse filósofo, que é considerado “o pai do existencialismo”, com sua perspectiva cristã ao mesmo tempo bíblica e original, reacendeu minha fé e eu então me tornei membro da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. Mas, por causa da minha formação em filosofia (que continuou até o mestrado), desde que voltei a freqüentar a igreja (em 2002) eu sempre estive refletindo sobre a fé, sobre igreja (a fé institucionalizada) e sobre a religião em geral. Esse processo de reflexão, aliado ao princípio tipicamente protestante do “livre exame da Bíblia” (que alguns católicos chamam um tanto impropriamente de “livre interpretação”), levou-me a uma fé bastante subjetiva e racionalista (embora muitas vezes esse racionalismo se confundisse com fideísmo, certamente pela mania tipicamente racionalista de separar fé e razão). Esse subjetivismo e esse racionalismo por fim me levaram ao liberalismo teológico, não o liberalismo vulgar e irresponsável que muitos “teólogos” têm defendido hoje em dia, mas o liberalismo clássico.

Em outras palavras, embora eu reconhecesse a importância (e mesmo a imprescindibilidade) da Igreja e dos princípios básicos e tradicionais da fé cristã, passei a interpretar esses princípios de forma excessivamente racionalista (mais precisamente como “princípios morais”, ao modo de Kant), e essa postura fez com que minha fé se apagasse novamente (Obs.: não foi à toa que o liberalismo teológico nasceu e se desenvolveu em contexto luterano.). Mas, ao longo desse percurso, eu mantive uma “relação de amor e ódio” com o catolicismo. Essa relação começou praticamente junto com minha aproximação do luteranismo, visto que Lutero nunca rompeu totalmente com a igreja católica (ao contrário de Calvino, por exemplo), e que a igreja luterana conserva até hoje muito da liturgia e até da teologia católicas (particularmente no que diz respeito ao sacramento da Eucaristia ou Santa Ceia).

Por isso, à medida que eu me aproximava do catolicismo, conhecendo sua profundidade teológica e sua própria trajetória histórica (que indubitavelmente remonta a Cristo, aos Apóstolos e aos primórdios da Igreja cristã), minhas raízes protestantes enchiam-me de “ódio” por essa religião “idólatra”, por esse “cristianismo pervertido”, por esse “paganismo mal disfarçado”. E então eu me envolvia em inúmeras discussões com católicos, como que querendo, inconscientemente, convencer a mim mesmo de que o catolicismo estava errado e de que o protestantismo é que estava certo. Mas ao mesmo tempo em que eu ia tendo contato com o pensamento e com os consistentes argumentos católicos, eu ia constatando o subjetivismo e a mixórdia que infelizmente caracterizam o universo protestante, com suas incontáveis igrejas e profissões de fé, com as muitas variações entre um grupo protestante e outro. Como a doutrina de Cristo e dos Apóstolos poderia variar tanto? Como cada cristão poderia ter o direito de crer de acordo com o seu talante e de acordo com a sua própria interpretação (ou de acordo com a interpretação do fundador da sua igreja)? O subjetivismo e a variabilidade indicavam que alguma coisa estava errada, que a religião legada por Cristo e pelos Apóstolos haveria de ter permanecido incólume com o passar do tempo, sem estar sujeita ao arbítrio dos homens. E se há uma igreja que remonta a Cristo e aos Apóstolos, em que o subjetivismo simplesmente não existe, e onde uma autoridade visível (o Magistério) sempre foi e será responsável pela salvaguarda da fé, essa igreja só pode ser a igreja católica apostólica romana, essa igreja que não está sujeita às intempéries da história, nem aos modismos de cada época, nem aos gostos dos fregueses.

Ninguém pode negar que a história da Igreja Católica é manchada por episódios tristes, pela atuação de homens desonestos. Mas é necessário compreender que, se os homens da Igreja são pecadores, ela, em si mesmo considerada, é santa; é humana, mas também é divina. Seus membros são pecadores e humanos, mas a Igreja é santa e divina por causa da sua origem. E é precisamente esse o ponto em que o meu liberalismo teológico e minha atração pelo catolicismo se encontraram, como que numa encruzilhada. Se o meu liberalismo estivesse correto, isto é, se Jesus Cristo não fosse Deus em carne e osso (conforme ensina a fé cristã bíblica e tradicional), mas fosse apenas um mestre espiritual ou moral, então a questão sobre a igreja verdadeira perderia todo o sentido. Cada um poderia seguir individualmente o “mestre” Jesus, ter a sua própria “experiência” com ele, e isso bastaria.

Mas se, ao contrário, Jesus foi de fato Deus em forma humana (e esse é o cerne da fé cristã), então saber qual a Igreja que Ele (isto é, Deus em pessoa!) de fato fundou passa a ser uma questão crucial. E por mais que os protestantes se recusem a admitir, é histórica e logicamente inegável que essa Igreja é a Igreja católica, apostólica e romana, onde os sucessores dos Apóstolos foram incumbidos de preservar a doutrina revelada. E a verdade é que eu cansei de lutar contra as evidências, de lutar contra mim mesmo. Cansei de seguir simplesmente o meu próprio entendimento (Prov. 3,5), de ser pretensioso e orgulhoso ao ponto de achar que posso dispensar a experiência, o conhecimento e a autoridade daqueles que são os sucessores dos Apóstolos escolhidos por Cristo; que a minha compreensão da fé cristã é equivalente (quiçá superior!) à do Magistério; que a Igreja que Cristo fundou e cujo governo confiou aos Apóstolos (que evidentemente deveriam ter sucessores legítimos, visto que não poderiam viver eternamente!), e à qual prometeu acompanhar “até a consumação dos séculos” (Mt. 28,20), vagou perdida e equivocada por longos 1.500 anos, até que Lutero e os demais reformadores a “resgatassem”; enfim, cansei de lutar contra mim mesmo e contra Deus. (Obs.: talvez o meu liberalismo tenha sido uma última e desesperada tentativa de rechaçar o catolicismo, pois se Jesus não fosse Deus em forma de homem, então o catolicismo estava errado e eu não precisaria me preocupar mais com ele…)

Não estou aqui querendo julgar nenhum de vocês, nem poderia fazê-lo. Os que, dentre vocês, já são católicos, hão de me compreender e, presumo, de me felicitar. E os que são evangélicos eu espero que me compreendam da melhor forma possível, e que não se afastem de mim nem deixem de ser meus amigos por causa dessa minha decisão. Até porque não só por causa da minha origem protestante, mas também em consonância com o chamado da Igreja católica (particularmente na pessoa do atual Papa), vou continuar me empenhando no diálogo ecumênico, e talvez fazê-lo com mais dedicação ainda.

Finalmente, sei que estou correndo alguns riscos ao me expor dessa forma a tantas pessoas. Risco de ser incompreendido, de me tornar objeto de repulsa ou de chacota, e até de me transformar de amigo em inimigo. Mas eu simplesmente não poderia esconder dos amigos uma decisão de tal importância (a não ser que eu sumisse da Internet, trocasse os números dos telefones, enfim, desaparecesse, só para não ter que dar satisfações a ninguém…).

Há ainda várias razões pelas quais eu decidi me tornar católico. Uma delas é fato da Igreja católica ser o único porto efetivamente (e nãoaparentemente) seguro em meio ao relativismo filosófico, religioso e moral que grassa nos nossos dias.

Passei, então, a partir disso, a ter contatos com católicos no intuito de efetivar minha admissão na Igreja fundada por Cristo. Conversei com alguns leigos, tive direção espiritual com o Pe. Carlos Nogueira, LC, então diácono dos Legionários de Cristo, no Rio de Janeiro, e uma entrevista com o meu novo Bispo, D. Rafael Llano Cifuentes, da Diocese de Nova Friburgo, à qual pertenceria, uma vez convertido. Fui então, sendo preparado, para incorporar-me, externa, definitiva e formalmente, à única Igreja de Jesus, Nosso Senhor.

A partir de então, dediquei boa parte do meu tempo à formação doutrinária e um fortalecimento da amizade com Cristo, fazendo, inclusive, um extenso exame de consciência que me iria preparar à minha primeira Confissão geral de todos os meus pecados mortais. Confessei-os no dia 14 de dezembro de 2007, uma sexta-feira, dia penitencial por excelência (o que já se mostrou um sinal).

Minha confissão, embora árdua, foi uma bênção. Foi, acredito eu, como deveria ser: confessei meus pecados todos oralmente, o padre usou sua estola, ouviu atentamente a minha confissão, concedeu-me o perdão mediante a fórmula devida, e por fim prescreveu-me a penitência.. A certeza da reconciliação com Deus e com Sua Igreja, assim como a paz que advém dessa certeza, é algo inestimável! Louvado seja o santo nome do Senhor Jesus Cristo!

No dia 16 de dezembro de 2007, III Domingo do Advento, pela maravilhosa graça de Deus, por Sua infinita bondade e pela intercessão da Santíssima Virgem Maria, fui admitido na plena comunhão da Igreja Católica, por meio da Profissão de Fé e da Primeira Comunhão. A cerimônia, rigorosamente de acordo com o que determina o RICA (Ritual de Iniciação Cristã de Adultos), foi singela, como eu também esperava que fosse. A alegria de poder dizer publicamente “Creio e professo tudo o que a santa Igreja católica crê, ensina e anuncia como revelado por Deus” foi indescritível, e a experiência da Primeira Comunhão também ficará para sempre na minha memória.

Por quanto tempo eu andei errante, seguindo tão-somente aquilo que eu achava que era a verdade?! Por quanto tempo eu acreditei que tinha o direito de julgar tudo e todos com base em critérios eminentemente subjetivos, isto é, em critérios que me pareciam serrazoáveis?! Nos últimos tempos, esse subjetivismo havia me levado a uma fé fria, em pouco ou em nada diferente de um humanismo ou de uma moralidade de feitio kantiano, uma deplorável mistura de relativismo e liberalismo teológicos que eu tentava mitigar professando exteriormente uma fé conservadora da qual intimamente eu duvidava.

Mas algo em mim não deixava meu intelecto em paz, algo me dizia que aquele estado de indefinição, de permanente suspensão de qualquer juízo definitivo, não poderia ser aquilo que Deus planejou para mim. A verdade não poderia ser uma meta inatingível, nem algo que cada um pudesse ou devesse estabelecer de acordo com o seu próprio arbítrio. Algo me dizia que eu estava perdido em meio às minhas elucubrações, mas eu não tinha forças para sair daquela areia movediça em que eu mesmo me coloquei. Às vezes parecia que eu tentava fazer como o Barão de Munchausen, ou seja, tentava sair do atoleiro puxando eu mesmo o meu próprio cabelo… Mas eu sabia, havia tempos, que a verdade deveria ser buscada em algo maior do que eu, em algo que não dependesse do arbítrio de nenhum ser humano e que não estivesse sujeito às intempéries do tempo. Eu já sabia que a verdade só poderia ser encontrada na Igreja, isto é, naquela Igreja fundada pelo próprio Deus em carne e osso (Nosso Senhor Jesus Cristo!), cuja chefia Ele confiou aos Apóstolos e especialmente a Pedro, os quais, por causa dessa incumbência especialíssima, deveriam ter seus legítimos sucessores. Mas o meu orgulho e a minha presunção impediam-me de admitir essa verdade, e por isso meu intelecto ficava se debatendo, pois eu sabia que a verdade só pode ser encontrada num único lugar, nesse lugar onde todo intelecto pode, enfim, repousar, nesse verdadeiro porto seguro, onde fé e razão podem se entrelaçar perfeitamente, onde não há espaço para voluntarismos, nem para subjetivismos ou relativismos. Enfim, eu sabia que a verdade, a mais sublime verdade, só pode ser encontrada na una, santa, católica e apostólica Igreja de Cristo, que Ele prometeu jamais abandonar e sobre a qual Ele disse que as portas do inferno jamais prevalecerão. Mas eu insistia em me apegar à minha débil razão, em achar que aquela esperança desesperada que eu chamava de fé era o máximo que eu poderia alcançar, e preferia ficar com esse arremedo de fé a abdicar do meu “bom senso” em favor de algo maior. E foi nesse estado que a graça divina me alcançou, foi desse lamaçal que Deus me resgatou.

Hoje eu não tenho palavras para descrever a felicidade que o fato de estar na verdadeira Igreja tem me proporcionado. Tudo o que eu quero é agradecer a Deus todos os dias da minha vida por essa bênção e procurar conhecer mais e mais a fé católica apostólica. Sei que muitos podem e poderão achar que essa é só mais uma “fase”, que assim como eu passei por outras igrejas, passarei também pela católica… Mas só pensa isso quem não sabe (ou se esqueceu) que a Igreja Católica não é uma igreja como outra qualquer, não é uma “opção” válida entre outras igualmente válidas. Quem se converte à Igreja Católica, ou nela permanece, pensando que o catolicismo é uma “opção” dentre outras (em vez de ser a verdade plena e definitiva), não conhece a fé que professa. E em meu íntimo eu já sabia que ser católico é algo muito sério, e também por isso eu vinha adiando minha decisão, até que a graça de Deus suplantou o meu medo e meu orgulho, de modo que eu abracei a fé católica com plena consciência do que isso significa, com a consciência de que essa é uma decisão para a vida toda. Eu sabia que, no dia em que me convertesse ao catolicismo, seria de uma vez para sempre.

Que Deus me dê a graça de perseverar até o fim. Que Ele não permita jamais que eu volte a seguir o meu próprio entendimento (Pv. 3,5), que não me deixe cair nessa tentação (pois sou homem e por isso estarei sempre sujeito a cair). Que eu nunca me esqueça de que sem Deus eu nada sou e nada posso fazer.

Quero agradecer publicamente ao meu irmão e amigo Marcus Pimenta, que suportou por anos a fio a minha petulância e a minha teimosia, em intermináveis debates por e-mail. Jamais esquecerei sua paciência e sua generosidade, meu irmão!

Agradeço também ao meu amigo e irmão Robson, companheiro do bacharelado ao mestrado em filosofia (hoje ele é doutorando e professor com uma brilhante carreira pela frente), com quem tive o prazer de conversar muitas vezes e que tenho a certeza de que rezou por mim.

Agradeço também à equipe do site Veritatis Splendor, especialmente os irmãos Alessandro Lima, Alexandre Semedo (a quem devo desculpas pelo tom ríspido dos últimos e-mails, de alguns anos atrás!) e Rafael Vitola Brodbeck, com os quais tive o privilégio de debater e com quem muito aprendi (e continuo a aprender!).

Agradeço ainda ao estimado irmão Marcelo Coelho, pela inestimável ajuda; ao prezado Yvan Eyer, com quem “briguei” muitas vezes pelo Orkut mas que também contribuiu, com sua inteligência e conhecimento, para esse passo tão importante; ao querido Joathas Bello, cristão exemplar e uma das pessoas mais íntegras e inteligentes que conheço; aos familiares e amigos da minha esposa em Belford Roxo (Baixada Fluminense), com quem tive (e espero continuar tendo!) a oportunidade de conhecer de perto o jeito católico de ser; e a todos os irmãos que, de uma forma ou de outra, me ajudaram e têm ajudado na caminhada até aqui. Que Deus abençoe grandemente todos vocês!

Enfim, agradeço à minha esposa, Osana, católica de berço, e que assim permaneceu até hoje. Ainda que não tenha influenciado diretamente no meu processo de conversão, ela certamente contribuiu com o seu comportamento, com sua simples presença ao meu lado, como que sempre a me lembrar da possibilidade de vir a me tornar católico. Também com ela eu comecei a aprender algo sobre o catolicismo, especialmente no que diz respeito à liturgia e ao calendário da Igreja. Com ela eu fui a várias missas, bem antes de me converter (missas nas quais a graça de Deus certamente já agia, ainda que silenciosamente). E com ela eu pude receber o meu primeiro sacramento católico, já que nos casamos na Igreja Católica.

Finalmente, quero agradecer a Deus Pai, Filho e Espírito Santo, a quem toda a honra e toda a glória são devidas, e à Santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, pela maravilhosa intercessão em favor desse filho rebelde!

A todos, o meu cordial e fraterno abraço.

Marcos Monteiro Grillo

terça-feira, 1 de maio de 2012

São José Operário


      A devoção  a São José na Igreja Católica é antiquíssima. A Igreja do Oriente celebra-lhe a festa desde o século nono, tendo os Carmelitas introduzido tal festa na Igreja ocidental. Os Franciscanos em 1399 já festejavam a comemoração do santo Patriarca. Xisto IV inseriu-a no breviário e no missal; Gregório XV generalizou-a em toda a Igreja. Clemente XI compôs o ofício com os hinos para o dia 19 de março e colocou as missões da China sob a proteção de São José. Pio IX introduziu, em 1847, a festa do Patrocínio de São José e, em 1871 declarou-o PADROEIRO DA IGREJA CATÓLICA; Leão XIII e Benedito XV recomendaram aos fiéis a devoção a São José, de um modo particular, chegando este último Papa a inserir no missal um prefácio próprio.
   Nada sabemos a respeito  da infância de São José, tampouco da vida que levou, até o casamento com Maria Santíssima. Os santos Evangelhos não nos dizem cousa alguma a respeito; limitam-se apenas a afirmar que  José era justo, o que  quer dizer: José era cumpridor da lei, homem santo.
    Que a virtude e santidade de São José foram extraordinárias, vemos pela grande missão que Deus lhe confiou. Segundo a Doutrina de São Tomás de Aquino, Deus confere as graças e privilégios à medida da dignidade e da elevação do estado, a que destina o indivíduo. Pode imaginar-se dignidade maior que a de S. José que, pelos desígnios de Deus, devia ser esposo de Maria Santíssima e pai nutrício de seu divino Filho?  Maria Santíssima, consentindo no enlace com o santo descendente de David, não podia ter outra cousa em mira, senão uma garantia para o futuro, uma defesa de sua virtude e uma satisfação perante a sociedade, visto que no Antigo Testamento não era conhecida, e muito menos considerada, a vida celibatária. Celebrando o contrato, Maria Santíssima certamente o fez com  a garantia absoluta da pureza virginal, que por inspiração divina votara a Deus.  Ao realizar-se a grandiosa obra da Encarnação do Verbo , o Arcanjo Gabriel comunicou-se o grande mistério, que nela se havia de realizar e, após pronunciar o "fiat", consentindo sua maternidade operada pelo Espírito Santo, deixou São José em completa ignorância. Com esse consentimento, dirigiu-se à casa de Isabel, onde se demorou três meses e, de volta para casa, seu estado causou no espírito se São José as mais graves preocupações e cruéis  dúvidas. A virtude e a santidade da esposa estavam acima de qualquer  suspeita, não lhe permitindo explicação menos favorável. Nesta perplexidade invencível, resolveu abandonar a esposa e, quando tudo já estivesse providenciado para a partida, um Anjo do Senhor lhe aparece em sonhos e lhe diz: : "José, filho de Davi, não temas admitir Maria, tua Esposa, porque o que nela se operou é obra do Espírito Santo". Foram assim de vez dissipadas as negras nuvens do espírito de José. Com quanto respeito, com quanta atenção não teria tratado aquela, que pela fé sabia ser o tabernáculo vivo do Messias.
     Ignora-se quando São José  morreu. Há razões que fazem supor que o desenlace se  tenha dado antes da vida pública de Jesus  Cristo. Certamente não se achava mais vivo quando seu Filho morreu na cruz; do contrário não se explicaria porque Jesus recomendou a Mãe a São João Evangelista, não tendo por isto razão, se estivesse vivo São José.
    Que morte santa terá tido o pai nutrício de Jesus! Que felicidade morrer nos braços do próprio Jesus Cristo, tendo à cabeceira a Mãe de Deus! Mortal algum teve igual ventura. A Igreja com muita razão invoca São José como padroeiro dos moribundos e os cristãos se  lhe dirigem com confiança, para alcançar a graça de uma boa morte.
     Não existem relíquias de S. José, tampouco sabe-se algo do lugar onde foi sepultado. Homens ilustrados e versados nas ciências teológicas houve e há  que defendem a opinião que S. José, em atenção a sua alta posição e grande santidade, foi, como São João Batista, santificado antes do nascimento e já gozava de corpo e alma da glória de Deus no céu, em companhia de Jesus, seu Filho e Maria, sua Santíssima esposa. 
     Grande deve ser a nossa confiança na intercessão de S. José. Não há pessoa, não há classe que não possa, que não deva se lhe dirigir. Santa Tereza, a grande propagandista da devoção a São José, chegou a dizer: "Não me lembro de ter-me dirigido a São José, sem que tivesse obtido tudo que pedira".
Reflexões:

   São José é um dos grandes santos a que a Igreja patenteia a maior devoção e confiança. E com razão! O Esposo de Maria Santíssima, o pai putativo de Cristo, tendo recebido de Deus as  mais honrosas distinções, quão caro não deve ser ao Onipotente, quanto poder não deve ter sobre o coração do Divino Filho. Recorram, pois, àquele  modelo de vida oculta e contemplativa os que escolheram para si o melhor modelo de perfeição. Recorram todos a São José para obter a pureza do corpo, da alma e do espírito. Ele é o advogado dos agonizantes porque só ele, entre os mortais, teve a graça de expirar nos braços de Jesus e Maria. 

Primeiro aniversário de beatificação de João Paulo II recordado com vigília juvenil em Roma

Roma, 30 Abr. 12 / 06:03 pm (ACI/EWTN Noticias)

Milhares de jovens participam hoje de uma vigília de oração na Universidade Tor Vergata, Roma (Itália), para marcar a celebração nesta terça-feira, 1º de maio, do primeiro aniversário da Beatificação do Papa João Paulo II que foi presidida na Praça de São Pedro por seu sucessor e amigo Bento XVI.

O evento é organizado pelo Escritório da Pastoral Universitária e da Pastoral Juvenil do Vicariato de Roma, e será realizado na Cruz da Praça de João Paulo II da Universidade Tor Vergata, lugar no qual no João Paulo II se reuniu com mais de um milhão de jovens participantes da Jornada Mundial da Juventude no ano 2000.

Depois da oração do Regina Caeli ontem, 29, o Papa Bento XVI assinalou: "amanhã pela tarde me unirei espiritualmente a vocês para a Vigília que terá lugar em Tor Vergata diante da grande Cruz da Jornada Mundial da Juventude de 2000".

O Santo Padre se dirigia assim aos jovens universitários que foram a Roma para o encontro europeu de alunos, os quais ele exortou a seguir realizando seu apostolado nas universidades.

A vigília será presidida pelo Vigário do Papa para a diocese de Roma, Cardeal Agostino Vallini. Espera-se que a presença de milhares de jovens italianos e outros 400 de outros lugares da Europa que caminharão às 20:00h (hora local) da capela universitária de Santo Tomás de Aquino até a Praça Beato João Paulo II.

No ano 2011, a vigília de oração prévia à beatificação do Papa Wojtyla reuniu no Circo Máximo de Roma mais de 200 mil pessoas de todo o mundo.

Em declarações à Rádio Vaticano, o responsável pela pastoral juvenil da diocese de Roma, Padre Mauricio Mirilli, exclamou: "é quase uma necessidade recordar a beatificação! Uma necessidade dos jovens e dos não tão jovens que viveram tantas e belíssimas experiências com João Paulo II, uma necessidade de reunir-se em torno daquele lugar, Tor Vergata, que também é muito importante para todo os italianos".

O sacerdote disse ademais que "a primeira vez que organizamos um evento tão grande sob esta Cruz (…). O lugar no qual João Paulo II convidou os jovens a não resignar-se, a lutar pelo bem. Em um período de crise como o atual, precisamos ouvir novamente esta mensagem".

Amanhã terça-feira 1 de maio, recordando o Papa Wojtyla, o Cardeal Angelo Sodano, que foi seu Secretário de estado e que agora é Decano do Colégio Cardenalicio, celebrará uma Missa na igreja de São Estanislau in via delle Botteghe Oscure.

Nesta igreja onde se reúnen os poloneses também está exposta uma relíquia dada de presente pelo atual Arcebispo de Cracovia que foi secretário pessoal de João Paulo II por mais de 40 anos, o Cardeal Stanislaw Dziwisz: um relicário que contém um fragmento de roupa com sangue do Beato. Também será exibido o hábito talar do Pontífice polonês.