segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

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Santa Veridiana, Virgem (+ Toscana, Itália, 1242)
Nascida na Toscana, consagrou desde muito jovem sua virgindade a Deus. Peregrinou a Santiago de Compostela e a Roma, retornando depois à terra natal, onde voluntariamente viveu murada numa cela, durante 34 anos, em meio a rigorosas penitências e recebendo graças místicas extraordinárias.

2 / 02

Apresentação do Menino Jesus no Templo e Purificação de Nossa Senhora
O Evangelho de São Lucas narra que, depois do nascimento de Nosso Senhor e decorrido o prazo que a Lei mosaica estabelecia para a purificação das mulheres que davam à luz, Nossa Senhora e São José levaram o Menino Jesus ao Templo para O apresentarem a Deus, conforme também prescrito na Lei. Na ocasião, Maria Santíssima ofereceu ao Senhor o sacrifício ritual de dois pombinhos, estabelecido para a purificação de mulheres pobres. Jesus e Maria não estavam sujeitos à Lei, mas quiseram observá-la por amor à humildade e para nos dar o exemplo.

3 / 02

São Brás, Bispo e Mártir (+ Sebaste, Armênia, 316)

Foi médico e depois bispo de Sebaste, onde sofreu o martírio por não sacrificar aos deuses pagãos. É invocado especialmente contra as doenças da garganta, porque certa vez salvou, conforme narram as Atas de sua vida, um menino que estava para morrer por ter engolido uma espinha de peixe.

4 / 02


São João de Brito, Mártir (+ Malabar, Índia, 1693)
Seu pai, Salvador Pereira de Brito, foi governador-geral do Brasil, nomeado pelo rei D. João IV. São João de Brito ingressou na Companhia de Jesus e foi enviado como missionário às Índias, onde, após muitos anos de trabalhos apostólicos, sofreu o martírio.

5 / 02


Santa Águeda (ou Ágata), Virgem e Mártir (+ Sicília, 251)
Uma das mais conhecidas mártires dos primeiros séculos do Cristianismo. De origem nobre, sofreu sem esmorecer um cruel martírio, para preservar a virtude da pureza e a integridade de sua fé. Teve os ossos desconjuntados e os seios dilacerados e arrancados com garfos de ferro; arrastaram-na sobre cacos de vidro e carvões em brasa. Depois de passar por esses tormentos, foi conduzida ao cárcere e ali morreu, enquanto reza.

6 / 02


Santos Paulo Miki e Companheiros, Mártires (+ Nagazaki, Japão, 1597)
São Paulo Miki era jesuíta e se dedicava ao ensino do catecismo com muito zelo, obtendo nesse apostolado conversões espantosas. Foi crucificado em Nagazaki, por ordem do imperador pagão, juntamente com outros dois jesuítas, seis franciscanos e dezessete leigos. Foram canonizados pelo Papa Pio IX, em 1862. A elevação sobre a qual os 26 heróis de Jesus Cristo receberam o martírio ficou conhecida como Monte dos Mártires.

7 / 02

São Ricardo, Rei e Confessor (+ Luca, Itália, 722)
Este monarca inglês teve um reinado curto, mas cheio de bons exemplos de governo sábio e prudente. Sua principal preocupação era ministrar a justiça, tendo um dom especial para apaziguar contendas e harmonizar interesses conflitantes. Abdicou da coroa e partiu para a Terra Santa, com o desejo de se tornar monge, mas faleceu durante a viagem, na Itália. Foi pai de três príncipes que também receberam as honras dos altares: São Vinebaldo, São Vilibaldo e Santa Valberga.

8 / 02

São Jerônimo Emiliano, Confessor (+ Veneza, 1537)
Pertencente a uma família nobre de Veneza, fez rápida carreira como militar e como político. Aprisionado pelos franceses, durante o cativeiro resolveu renunciar ao mundo e consagrar-se por inteiro a Deus. Foi libertado prodigiosamente por Nossa Senhora e retornou a sua cidade natal, onde foi ordenado sacerdote e se dedicou ao cuidado dos órfãos pobres. Fundou a Ordem dos Clérigos Regulares

9 / 02

São Miguel Febres Cordero, Confessor (+ Cuenca, Equador, 1910)
Nascido em Cuenca, enfrentou grande oposição da família para cumprir sua vocação de Irmão das Escolas Cristãs (Lassalista). Apesar das dificuldades, ingressou na vida religiosa e se destacou como educador da juventude, afirmando-se também como escritor, gramático e filólogo. Chegou a ser eleito membro da Academia Equatoriana da Língua. A fama de santidade eminente o acompanhou durante toda a vida e perdurou depois do falecimento. Foi canonizado por João Paulo II em 1984.

10 / 02

Santa Escolástica, Virgem (+ Úmbria, Itália, 543)
Era, segundo a tradição, irmã gêmea e filha espiritual do grande São Bento, pai do monaquismo cristão. Ambos nasceram em 480, em Núrsia, região de Umbria, Itália. Santa Escolástica começou a seguir Jesus muito cedo. Mulher de oração, ela sempre foi acompanhando o irmão por meio de intercessão. Depois, ao falecer seus pais, ela deu tudo aos pobres. Junto com uma criada, que era amiga de confiança e seguidora também de Cristo, foi ter com São Bento, que saiu da clausura para acolhê-la. Com alguns monges eles dialogaram e ela expressou o desejo de seguir Cristo através das regras beneditinas.
São Bento discerniu pela vocação ao ponto de passar a regra para sua irmã e ela tornou-se a fundadora do ramo feminino: as Beneditinas. Não demorou muito, muitas jovens começaram a seguir Cristo nos passos de São Bento e de Santa Escolástica.
Uma vez por ano, eles se encontravam dentro da propriedade do mosteiro. Certa vez, num último encontro, a santa, com sua intimidade com Deus, teve a revelação de que a sua partida estava próxima. Então, depois do diálogo e da partilha com seu irmão, ela pediu mais tempo para conversar sobre as realidades do céu e a vida dos bem-aventurados. Mas São Bento, que não sabia do que se tratava, por causa da regra disse não. Ela, então, inclinou a cabeça, fez uma oração silenciosa e o tempo, que estava tão bom, tornou-se uma tempestade. Eles ficaram presos no local e tiveram mais tempo.
A reação de São Bento foi de perguntar o que ela havia feito e desejar que Deus a perdoasse por aquilo. Santa Escolástica, na simplicidade e na alegria, disse-lhe:
“Eu pedi para conversar, você não aceitou. Então, pedi para o Senhor e Ele me atendeu”.
Passados três dias, São Bento teve a visão de uma pomba que subia aos céus. Era o símbolo da partida de sua irmã. Não demorou muito, ele também faleceu.
Santa Escolástica, rogai por nós!

11 / 02

Nossa Senhora de Lourdes (França, 1858)
Em Lourdes, na gruta de Massabielle, Nossa Senhora apareceu dezoito vezes a Santa Bernardete, então menina de 14 anos. Na última das aparições, a Virgem Se identificou: "Eu sou a Imaculada Conceição". Com essas palavras, confirmava o ato solene pelo qual o Papa Pio IX, quatro anos antes, proclamara a Conceição Imaculada da Santa Mãe de Deus. Até nossos dias, curas e milagres prodigiosos ocorrem no local, que é procurado por peregrinos do mundo inteiro.

12 / 02

Santa Eulália de Barcelona, Virgem e Mártir (+ Barcelona, 304)
Tendo apenas 14 anos, apresentou-se voluntariamente às autoridades pagãs e invectivou-as por sua impiedade. Foi torturada cruelmente com ferros em brasa e depois morreu numa fogueira.

13 / 02

Santa Catarina de Ricci, Virgem (+ Itália, 1590)
Ingressou com somente 12 anos na Ordem dominicana. Ainda bem jovem foi nomeada mestra de noviças e pouco depois vice-prioresa de seu convento. A partir dos 30 anos, exerceu vitaliciamente a função de prioresa. Grande mística, era arrebatada em freqüentes êxtases a propósito da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Correspondeu-se com São Filipe Néri, com São Carlos Borromeu e com o Papa São Pio V. Foi conselheira espiritual de bispos e cardeais.

14 / 02

São Cirilo e São Metódio, Bispos e Confessores (+ 869 e 885)
Eram irmãos, naturais da Tessalônica, e se dedicaram à evangelização dos eslavos, na Europa Central. São Cirilo criou um alfabeto próprio para os eslavos, para cuja língua traduziu as Sagradas Escrituras e os principais livros litúrgicos, sendo por isso considerado o pai da cultura eslava. São Metódio foi bispo de Sírmio. Em 1980 ambos foram proclamados co-patronos da Europa, ao lado de São Bento, pelo Papa João Paulo II.


15 / 02

São Cláudio La Colombière, Confessor (+ Paray-le-Monial, França, 1682)
Grande apóstolo da devoção ao Sagrado Coração de Jesus, foi confessor e diretor espiritual de Santa Margarida Maria Alacoque, a privilegiada vidente que recebeu em Paray-le-Monial as revelações e promessas do Sagrado Coração. Defendeu-a contra as incompreensões e perseguições de que era vítima. Lutou contra o jansenismo, ou seja, contra a influência do protestantismo em meios católicos. Nomeado capelão da duquesa de York, transferiu-se para a Inglaterra, sendo preso e banido por fazer proselitismo católico, que estava proibido naquele país. Retornou à França com a saúde muito abalada e faleceu com 41 anos de idade.

16 / 02

Santo Onésimo, Bispo e Mártir (+ Roma, final do séc. I)
Era escravo de Filêmon, cristão de Colossos. Tendo praticado um roubo e receando ser castigado, fugiu para Roma, onde foi convertido pelo Apóstolo São Paulo. Dedicou-se à pregação do Evangelho e foi bispo de Éfeso, sofrendo mais tarde o martírio em Roma, por apedrejamento.

*17*

Sete Santos Fundadores dos Servitas, confessores (+ Florença, séc. XIII)
Sete nobres florentinos, convocados pela própria Mãe de Deus, fundaram a Ordem dos Servos de Maria, destinada a promover a devoção a suas dores. A Ordem rapidamente se expandiu. Tão unidos eram os sete fundadores que foram sepultados num mesmo sepulcro, tendo-se misturado até mesmo suas cinzas.

*18*

Santa Bernardete Soubirous, Virgem (+ Nevers, França, 1879)
Era extremamente pobre e ignorante a menina a quem Nossa Senhora de Lourdes apareceu, naquele ano de 1858. Mas possuía uma grande candura de alma, que parece ter encantado a Mãe de Deus. Esta lhe recomendou repetidas vezes que fizesse penitência pelos pecadores e prometeu fazê-la muito feliz, não neste mundo, mas no outro. Assim aconteceu. Perseguida e sempre doente, Santa Bernardete ingressou num convento em Nevers e após sofrimentos pungentes faleceu aos 35 anos de idade.

*19*

São Conrado de Placência, Confessor (+ Itália, 1351)
Era casado e vivia na cidade de Placência, na Itália. Provocou, certo dia em que estava caçando, um incêndio acidental que causou grandes danos, e fugiu para escapar à justiça. Tendo sabido que um inocente fora condenado em seu lugar, apresentou-se, confessou sua responsabilidade e ofereceu todos os seus bens para indenizar os prejuízos. De comum acordo com a esposa, ela ingressou num convento e ele foi servir num hospital da Sicília. Algum tempo depois retirou-se para a solidão, onde viveu 40 anos na oração e na penitência.

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Santo Euquério, Bispo (+ Hasbain, 738)

Nascido em Orléans, destacou-se desde jovem pela sabedoria, pela santidade e pela devoção a Maria Santíssima. Fez-se monge e algum tempo depois obrigaram-no a aceitar o Bispado de Orléans. Durante 15 anos cumpriu eximiamente os deveres de bispo zeloso até que, devido a intrigas na Corte, foi exilado por Carlos Martel para Hasbain, próximo a Liège. Ali, num mosteiro, viveu ainda seis anos de vida recolhida, até que o Senhor o chamou para Si.

*21*

São Pedro Damião, Bispo, Confessor e Doutor da Igreja (+ Itália, 1072)
Teve origem muito modesta, chegando a ser na infância guardador de porcos. Fez com grande brilho seus estudos e ingressou na Ordem dos Camaldulenses, na qual logo ocupou cargos de responsabilidade. Foi forçado a aceitar a nomeação como cardeal e bispo de Óstia, mas alguns anos depois conseguiu demitir-se dessas funções e retornar à vida monástica. Grande penitente, severíssimo consigo mesmo, foi também severo no fustigar os males do seu tempo, escrevendo cartas a autoridades eclesiásticas e civis e increpando com apostólica franqueza os respectivos delitos. Sua produção intelectual é muito vasta. Como sofria de insônia e freqüentes enxaquecas, é invocado pelos que padecem dessas enfermidades.

*22*

Cátedra de São Pedro
Neste dia se comemora o Apóstolo São Pedro enquanto no exercício de suas funções docentes: a cátedra, ou cadeira, do Vigário de Jesus Cristo, Mestre da Igreja universal. São Pedro foi bispo de Antioquia durante alguns anos e depois instalou sua cátedra definitivamente em Roma.


*23*

São Policarpo, Bispo e Mártir (+ 155)
Discípulo de São João Evangelista, foi nomeado, ainda no tempo dos Apóstolos, bispo de Esmirna, na atual Turquia. Teve como discípulo e continuador o grande Santo Ireneu, bispo de Lyon. São Policarpo foi martirizado aos 86 anos de idade, por ter increpado sacerdotes pagãos.

*24*

São Sérgio, Mártir (+ 304)
Antigo magistrado, fez-se monge e sofreu o martírio em Cesaréia, por ter denunciado de público a falsidade do culto a Júpiter.


*25*

São Cesário, Confessor (+ Constantinopla, 369)
Era irmão de São Gregório Nazianzeno, e exercia funções de médico na Corte do imperador Juliano, o Apóstata, que quis pervertê-lo ao paganismo. Escapando de ser morto devido a um terremoto, preferiu afastar-se daquela Corte corrompida.

*26*

São Porfírio de Gaza, Bispo e Confessor (+ Palestina, 420)
Natural da Macedônia, distribuiu aos pobres toda a sua fortuna e passou a viver na Terra Santa, como eremita, às margens do Rio Jordão. Foi mais tarde ordenado sacerdote e escolhido para bispo de Gaza, na Palestina. Depois de muito ter insistido, conseguiu obter do Imperador um decreto mandando fechar todos os templos pagãos de Gaza, e reduzir a cinzas todos os ídolos de sua diocese. Faleceu muito idoso, sempre no exercício zeloso de suas funções pastorais.

*27*

São Gabriel da Virgem Dolorosa, Confessor (+ Ancona, Itália, 1862)
Religioso da Congregação passionista, viveu discretamente, sem chamar a atenção sobre si, e faleceu com apenas 24 anos, vitimado pela tuberculose. Sua fama de santidade, confirmada por numerosos milagres, rapidamente se espalhou. Foi canonizado em 1920.

*28*

São Romão e São Lupicino, Confessores (+ séc. V)

Naturais da França, eram irmãos. Depois de passarem algum tempo num mosteiro da região de Lyon, partiram para outras fundações, na França e até na Alemanha. De temperamentos diversos -- São Romão era inclinado à indulgência, enquanto São Lupicino tendia mais para a severidade -- os dois irmãos completavam-se admiravelmente.

*29*

Santo Osvaldo, Bispo (+ Worcester, Inglaterra, 992)
Era monge beneditino e foi simultaneamente bispo de Worcester e de York. No exercício dessas funções, nunca deixou a austeridade da vida monacal. Faleceu deixando fama de santidade eminente. Nos anos não bissextos, sua festa se celebra no dia 28 de fevereiro.

O que é a quaresma?

Paz e Bem!
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Respondendo alguns irmãos que acompanham o blog.
A quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja marca para nos preparar para a grande festa da Páscoa. É tempo para nos arrepender dos nossos pecados e de mudar algo de nós para sermos melhores e poder viver mais próximos de Cristo.
A Quaresma dura 40 dias; começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos. Ao longo deste tempo, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos viver como filhos de Deus.
A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. É um tempo de reflexão, de penitência, de conversão espiritual; tempo e preparação para o mistério pascal.
Na Quaresma, Cristo nos convida a mudar de vida. A Igreja nos convida a viver a Quaresma como um caminho a Jesus Cristo, escutando a Palavra de Deus, orando, compartilhando com o próximo e praticando boas obras. Nos convida a viver uma série de atitudes cristãs que nos ajudam a parecer mais com Jesus Cristo, já que por ação do pecado, nos afastamos mais de Deus.
Por isso, a Quaresma é o tempo do perdão e da reconciliação fraterna. Cada dia, durante a vida, devemos retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a inveja, os zelos que se opõem a nosso amor a Deus e aos irmãos. Na Quaresma, aprendemos a conhecer e apreciar a Cruz de Jesus. Com isto aprendemos também a tomar nossa cruz com alegria para alcançar a glória da ressurreição.
40 dias
A duração da Quaresma está baseada no símbolo do número quarenta na Bíblia. Nesta, é falada dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias e Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito.
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material, seguido de zeros significa o tempo de nossa vida na terra, seguido de provações e dificuldades.
A prática da Quaresma data do século IV, quando se dá a tendência a constituí-la em tempo de penitência e de renovação para toda a Igreja, com a prática do jejum e da abstinência. Conservada com bastante vigor, ao menos em um princípio, nas Igrejas do oriente, a prática penitencial da Quaresma tem sido cada vez mais abrandada no ocidente, mas deve-se observar um espírito penitencial e de conversão.
A paz a todos!

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Washington dá as costas à família e aprova “matrimônio” gay


WASHINGTON DC, 10 Fev. 12 / 11:16 am (ACI/EWTN Noticias) 
A Câmara de Representantes do Estado de Washington (Estados Unidos) aprovou a lei que permite a realização de "matrimônios" entre casais homossexuais.

A proposta legislativa já tinha sido passada no Senado estatal a semana passada. Agora obteve 55 votos a favor e 43 em contra.

A governadora democrata de Washington, Christine Gregoire tem previsto assinar a lei na próxima semana, pois tem um prazo máximo de cinco dias. prevê-se que ratifique a norma em 14 de fevereiro.

Com esta medida, Washington se converte no sétimo estado em legalizar as uniões homossexuais nesse país. Os outros estados são Massachusetts, Connecticut, Iowa, Nova Hampshire, Vermont e Nova Iorque.

Os defensores da família manifestaram que lutarão intensamente para reverter a lei.

O Arcebispo de Washington, Cardeal Donald Wuerl, afirmou que, apesar das tentativas de mudar a legislação para redefinir o matrimônioem distintos estados do país, "o que não pode ser modificado é a verdade, o matrimônio é a sagrada instituição que une um homem e uma mulher entre si, e com o filho que nasce de sua união".

O Cardeal sublinhou que o matrimônio "não é o mero reconhecimento público de uma relação para o benefício exclusivo de dois adultos".

Para o Cardeal, embora a atitude legislativa em diversos estados seja contrária à família, "não será a última palavra sobre este tema".

"Rezo porque aqueles a quem foi confiada a promoção do bem público refletirão sobre o verdadeiro sentido desta instituição vital e trabalharão para preservá-la".

A Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) convocou os fiéis a celebrarem a Semana Nacional do Matrimônio de 7 a 14 de fevereiro de 2012, afirmando, tal como recordava o Beato Juan Pablo II, que "o futuro da humanidade depende do matrimônio e da família".

Indonésia força mil crianças católicas a converter-se ao Islã

ROMA, 10 Fev. 12 / 11:41 am (ACI/EWTN Noticias)

Cerca de mil crianças católicos do Timor Oriental que foram arrebatadas de suas famílias há mais de dez anos, estão sendo retidos à força em colégios nacionais islâmicos de Java Ocidental onde são obrigados a converter-se ao Islã.

Igreja na Indonésia e alguns trabalhadores humanitários católicos confirmaram à agência vaticana Fides que os jovens se encontram nestas escolas e centros em mãos de educadores muçulmanos, os quais, impedem o retorno dos jovens às suas famílias de origem.

Durante 1999, durante a guerra da independência, 250 mil refugiados do Timor Oriental cruzaram as fronteiras para o Timor Ocidental para escapar da violência das tropas pró-Indonésia.

Entre os refugiados havia mais quatro mil crianças, muitos deles não podiam ser alimentados por suas famílias e foram entregues ao exército e a organizações humanitárias. Como resultado, mais de mil dessas crianças nunca retornaram a seus lares e atualmente permanecem prisioneiros nos internatos islâmicos de Java.

Os representantes do Alto Comissionado das Nações Unidas para os Refugiados e diversas ONGs na Indonésia, tentaram solucionar a repatriação dos jovens mas sem êxito.

No entanto muitos dos pais das crianças têm negado o acesso a seus filhos por parte dos colégios islâmicos.

O Secretário da Comissão Episcopal para o Diálogo Interreligioso,Padre Benny Susetyo, considerou que "é urgente limitar a instrumentalização da religião em política. A zona de Java Ocidental é um exemplo: os grupos muçulmanos querem impor regras baseadas na Sharia (Lei Islâmica)".

Ele assinalou que o principal problema no Timor Oriental, "são o excesso de burocracia e a corrupção: dois temas que influem na retenção destas crianças", e indicou que "trata-se de um caso muito triste e de um abuso evidente".

A Comissão Episcopal para o Diálogo Interreligioso tentou administrar uma solução ante o governo, as organizações muçulmanas e as Nações Unidas, mas "casos como estes fazem ver como a relação entre política e religião tem um grave impacto na liberdade dos cidadãos, especialmente nas minorias", concluiu o Padre Susetyo.


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Mensagem do Papa para a Quaresma 2012: “Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras”


Foi divulgada na manhã desta terça-feira a Mensagem de Bento XVI para a Quaresma de 2012.
A Quaresma tem início na Quarta-feira de Cinzas, que este ano será em 22 de fevereiro. O tema da Mensagem foi extraído da Carta aos Hebreus, «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (Hb 10, 24)
Este período, afirma o Papa, é propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé: “Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal”.
O primeiro ponto da Mensagem é a responsabilidade pelos irmãos. Como já dizia Paulo VI, o mundo atual sofre sobretudo de falta de fraternidade. “A responsabilidade pelo próximo significa querer e favorecer o bem do outro, desejando que também ele se abra à lógica do bem; interessar-se pelo irmão quer dizer abrir os olhos às suas necessidades.”
O segundo ponto é o dom da reciprocidade. “Uma sociedade como a atual pode tornar-se surda quer aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida. Não deve ser assim na comunidade cristã! Os discípulos do Senhor vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo. Isto significa que o outro me pertence: a sua vida, a sua salvação têm a ver com a minha vida e a minha salvação”, escreve o Pontífice.
O terceiro e último ponto é o caminhar juntos na santidade. A atenção recíproca tem como finalidade estimular-se, mutuamente, a um amor efetivo sempre maior. “Os mestres espirituais lembram que, na vida de fé, quem não avança, recua”, assinala o Papa, citando o Beato João Paulo II.
Leia na íntegra a Mensagem do Santo Padre

Mensagem de Sua Santidade Bento XVI para a Quaresma de 2012

«Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (Heb 10, 24)
Irmãos e irmãs!
A Quaresma oferece-nos a oportunidade de reflectir mais uma vez sobre o cerne da vida cristã: o amor. Com efeito este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal.
Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto bíblico tirado da Carta aos Hebreus: «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais: trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena segurança da fé» (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa esperança» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os irmãos, «o amor e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24, que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre actual sobre três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a santidade pessoal.
1. «Prestemos atenção»: a responsabilidade pelo irmão.

O primeiro elemento é o convite a «prestar atenção»: o verbo grego usado é katanoein, que significa observar bem, estar atento, olhar conscienciosamente, dar-se conta de uma realidade. Encontramo-lo no Evangelho, quando Jesus convida os discípulos a «observar» as aves do céu, que não se preocupam com o alimento e todavia são objecto de solícita e cuidadosa Providência divina (cf. Lc 12, 24), e a «dar-se conta» da trave que têm na própria vista antes de reparar no argueiro que está na vista do irmão (cf. Lc 6, 41). Encontramos o referido verbo também noutro trecho da mesma Carta aos Hebreus, quando convida a «considerar Jesus» (3, 1) como o Apóstolo e o Sumo Sacerdote da nossa fé. Por conseguinte o verbo, que aparece na abertura da nossa exortação, convida a fixar o olhar no outro, a começar por Jesus, e a estar atentos uns aos outros, a não se mostrar alheio e indiferente ao destino dos irmãos. Mas, com frequência, prevalece a atitude contrária: a indiferença, o desinteresse, que nascem do egoísmo, mascarado por uma aparência de respeito pela «esfera privada». Também hoje ressoa, com vigor, a voz do Senhor que chama cada um de nós a cuidar do outro. Também hoje Deus nos pede para sermos o «guarda» dos nossos irmãos (cf. Gn 4, 9), para estabelecermos relações caracterizadas por recíproca solicitude, pela atenção ao bem do outro e a todo o seu bem. O grande mandamento do amor ao próximo exige e incita a consciência a sentir-se responsável por quem, como eu, é criatura e filho de Deus: o facto de sermos irmãos em humanidade e, em muitos casos, também na fé deve levar-nos a ver no outro um verdadeiro alter ego, infinitamente amado pelo Senhor. Se cultivarmos este olhar de fraternidade, brotarão naturalmente do nosso coração a solidariedade, a justiça, bem como a misericórdia e a compaixão. O Servo de Deus Paulo VI afirmava que o mundo actual sofre sobretudo de falta de fraternidade: «O mundo está doente. O seu mal reside mais na crise de fraternidade entre os homens e entre os povos, do que na esterilização ou no monopólio, que alguns fazem, dos recursos do universo» (Carta enc. Populorum progressio, 66).
A atenção ao outro inclui que se deseje, para ele ou para ela, o bem sob todos os seus aspectos: físico, moral e espiritual. Parece que a cultura contemporânea perdeu o sentido do bem e do mal, sendo necessário reafirmar com vigor que o bem existe e vence, porque Deus é «bom e faz o bem» (Sal 119/118, 68). O bem é aquilo que suscita, protege e promove a vida, a fraternidade e a comunhão. Assim a responsabilidade pelo próximo significa querer e favorecer o bem do outro, desejando que também ele se abra à lógica do bem; interessar-se pelo irmão quer dizer abrir os olhos às suas necessidades. A Sagrada Escritura adverte contra o perigo de ter o coração endurecido por uma espécie de «anestesia espiritual», que nos torna cegos aos sofrimentos alheios. O evangelista Lucas narra duas parábolas de Jesus, nas quais são indicados dois exemplos desta situação que se pode criar no coração do homem. Na parábola do bom Samaritano, o sacerdote e o levita, com indiferença, «passam ao largo» do homem assaltado e espancado pelos salteadores (cf. Lc 10, 30-32), e, na do rico avarento, um homem saciado de bens não se dá conta da condição do pobre Lázaro que morre de fome à sua porta (cf. Lc 16, 19). Em ambos os casos, deparamo-nos com o contrário de «prestar atenção», de olhar com amor e compaixão. O que é que impede este olhar feito de humanidade e de carinho pelo irmão? Com frequência, é a riqueza material e a saciedade, mas pode ser também o antepor a tudo os nossos interesses e preocupações próprias. Sempre devemos ser capazes de «ter misericórdia» por quem sofre; o nosso coração nunca deve estar tão absorvido pelas nossas coisas e problemas que fique surdo ao brado do pobre. Diversamente, a humildade de coração e a experiência pessoal do sofrimento podem, precisamente, revelar-se fonte de um despertar interior para a compaixão e a empatia: «O justo conhece a causa dos pobres, porém o ímpio não o compreende» (Prov 29, 7). Deste modo entende-se a bem-aventurança «dos que choram» (Mt 5, 4), isto é, de quantos são capazes de sair de si mesmos porque se comoveram com o sofrimento alheio. O encontro com o outro e a abertura do coração às suas necessidades são ocasião de salvação e de bem-aventurança.
O facto de «prestar atenção» ao irmão inclui, igualmente, a solicitude pelo seu bem espiritual. E aqui desejo recordar um aspecto da vida cristã que me parece esquecido: a correcção fraterna, tendo em vista a salvação eterna. De forma geral, hoje é-se muito sensível ao tema do cuidado e do amor que visa o bem físico e material dos outros, mas quase não se fala da responsabilidade espiritual pelos irmãos. Na Igreja dos primeiros tempos não era assim, como não o é nas comunidades verdadeiramente maduras na fé, nas quais se tem a peito não só a saúde corporal do irmão, mas também a da sua alma tendo em vista o seu destino derradeiro. Lemos na Sagrada Escritura: «Repreende o sábio e ele te amará. Dá conselhos ao sábio e ele tornar-se-á ainda mais sábio, ensina o justo e ele aumentará o seu saber» (Prov 9, 8-9). O próprio Cristo manda repreender o irmão que cometeu um pecado (cf. Mt 18, 15). O verbo usado para exprimir a correcção fraterna – elenchein – é o mesmo que indica a missão profética, própria dos cristãos, de denunciar uma geração que se faz condescendente com o mal (cf. Ef 5, 11). A tradição da Igreja enumera entre as obras espirituais de misericórdia a de «corrigir os que erram». É importante recuperar esta dimensão do amor cristão. Não devemos ficar calados diante do mal. Penso aqui na atitude daqueles cristãos que preferem, por respeito humano ou mera comodidade, adequar-se à mentalidade comum em vez de alertar os próprios irmãos contra modos de pensar e agir que contradizem a verdade e não seguem o caminho do bem. Entretanto a advertência cristã nunca há-de ser animada por espírito de condenação ou censura; é sempre movida pelo amor e a misericórdia e brota duma verdadeira solicitude pelo bem do irmão. Diz o apóstolo Paulo: «Se porventura um homem for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi essa pessoa com espírito de mansidão, e tu olha para ti próprio, não estejas também tu a ser tentado» (Gl 6, 1). Neste nosso mundo impregnado de individualismo, é necessário redescobrir a importância da correcção fraterna, para caminharmos juntos para a santidade. É que «sete vezes cai o justo» (Prov 24, 16) – diz a Escritura –, e todos nós somos frágeis e imperfeitos (cf. 1 Jo 1, 8). Por isso, é um grande serviço ajudar, e deixar-se ajudar, a ler com verdade dentro de si mesmo, para melhorar a própria vida e seguir mais rectamente o caminho do Senhor. Há sempre necessidade de um olhar que ama e corrige, que conhece e reconhece, que discerne e perdoa (cf. Lc 22, 61), como fez, e faz, Deus com cada um de nós.
2. «Uns aos outros»: o dom da reciprocidade.

O facto de sermos o «guarda» dos outros contrasta com uma mentalidade que, reduzindo a vida unicamente à dimensão terrena, deixa de a considerar na sua perspectiva escatológica e aceita qualquer opção moral em nome da liberdade individual. Uma sociedade como a actual pode tornar-se surda quer aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida. Não deve ser assim na comunidade cristã! O apóstolo Paulo convida a procurar o que «leva à paz e à edificação mútua» (Rm 14, 19), favorecendo o «próximo no bem, em ordem à construção da comunidade» (Rm 15, 2), sem buscar «o próprio interesse, mas o do maior número, a fim de que eles sejam salvos» (1 Cor 10, 33). Esta recíproca correcção e exortação, em espírito de humildade e de amor, deve fazer parte da vida da comunidade cristã.
Os discípulos do Senhor, unidos a Cristo através da Eucaristia, vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo. Isto significa que o outro me pertence: a sua vida, a sua salvação têm a ver com a minha vida e a minha salvação. Tocamos aqui um elemento muito profundo da comunhão: a nossa existência está ligada com a dos outros, quer no bem quer no mal; tanto o pecado como as obras de amor possuem também uma dimensão social. Na Igreja, corpo místico de Cristo, verifica-se esta reciprocidade: a comunidade não cessa de fazer penitência e implorar perdão para os pecados dos seus filhos, mas alegra-se contínua e jubilosamente também com os testemunhos de virtude e de amor que nela se manifestam. Que «os membros tenham a mesma solicitude uns para com os outros» (1 Cor 12, 25) – afirma São Paulo –, porque somos um e o mesmo corpo. O amor pelos irmãos, do qual é expressão a esmola – típica prática quaresmal, juntamente com a oração e o jejum – radica-se nesta pertença comum. Também com a preocupação concreta pelos mais pobres, pode cada cristão expressar a sua participação no único corpo que é a Igreja. E é também atenção aos outros na reciprocidade saber reconhecer o bem que o Senhor faz neles e agradecer com eles pelos prodígios da graça que Deus, bom e omnipotente, continua a realizar nos seus filhos. Quando um cristão vislumbra no outro a acção do Espírito Santo, não pode deixar de se alegrar e dar glória ao Pai celeste (cf. Mt 5, 16).
3. «Para nos estimularmos ao amor e às boas obras»: caminhar juntos na santidade.

Esta afirmação da Carta aos Hebreus (10, 24) impele-nos a considerar a vocação universal à santidade como o caminho constante na vida espiritual, a aspirar aos carismas mais elevados e a um amor cada vez mais alto e fecundo (cf. 1 Cor 12, 31 – 13, 13). A atenção recíproca tem como finalidade estimular-se, mutuamente, a um amor efectivo sempre maior, «como a luz da aurora, que cresce até ao romper do dia» (Prov 4, 18), à espera de viver o dia sem ocaso em Deus. O tempo, que nos é concedido na nossa vida, é precioso para descobrir e realizar as boas obras, no amor de Deus. Assim a própria Igreja cresce e se desenvolve para chegar à plena maturidade de Cristo (cf. Ef 4, 13). É nesta perspectiva dinâmica de crescimento que se situa a nossa exortação a estimular-nos reciprocamente para chegar à plenitude do amor e das boas obras.
Infelizmente, está sempre presente a tentação da tibieza, de sufocar o Espírito, da recusa de «pôr a render os talentos» que nos foram dados para bem nosso e dos outros (cf. Mt 25, 24-28). Todos recebemos riquezas espirituais ou materiais úteis para a realização do plano divino, para o bem da Igreja e para a nossa salvação pessoal (cf. Lc 12, 21; 1 Tm 6, 18). Os mestres espirituais lembram que, na vida de fé, quem não avança, recua. Queridos irmãos e irmãs, acolhamos o convite, sempre actual, para tendermos à «medida alta da vida cristã» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31). A Igreja, na sua sabedoria, ao reconhecer e proclamar a bem-aventurança e a santidade de alguns cristãos exemplares, tem como finalidade também suscitar o desejo de imitar as suas virtudes. São Paulo exorta: «Adiantai-vos uns aos outros na mútua estima» (Rm 12, 10).
Que todos, à vista de um mundo que exige dos cristãos um renovado testemunho de amor e fidelidade ao Senhor, sintam a urgência de esforçar-se por adiantar no amor, no serviço e nas obras boas (cf. Heb 6, 10). Este apelo ressoa particularmente forte neste tempo santo de preparação para a Páscoa. Com votos de uma Quaresma santa e fecunda, confio-vos à intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e, de coração, concedo a todos a Bênção Apostólica.
Vaticano, 3 de Novembro de 2011
[Benedictus PP. XVI]

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Logomarca oficial da JMJ Rio2013 será lançada dia 7 de fevereiro

Confirmada a nova data do lançamento da Logomarca da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013: dia 7 de fevereiro de 2012. A cerimônia será às 20h no auditório do Edifício João Paulo II, na Glória, onde fica a sede do Comitê, e contará com a presença de mais de 100 bispos de todo o Brasil, além de autoridades e representantes da sociedade.

Na ocasião, o presidente do Comitê Organizador Local (COL/Rio) e arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, irá apresentar também o autor da logo, que foi escolhida através de concurso.

A expectativa é grande em torno da divulgação do símbolo de um dos maiores eventos que o Brasil irá sediar. Para aumentar a ansiedade e curiosidade, na véspera do evento, dia 6, o Cristo Redentor será iluminado com as cores de 150 países que deverão participar da jornada. Com isso, o próprio “embaixador” da JMJ Rio2013 fará o convite aos jovens do mundo inteiro para conhecerem a logomarca.

O lançamento, previsto anteriormente para o dia 1º de fevereiro, foi adiado em atenção e solidariedade a todos os familiares das vítimas do desabamento dos três prédios no Centro do Rio, na última quarta-feira, dia 25 de janeiro. Em nota, o Presidente do Instituto JMJ Rio2013 e Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, manifestou seu pesar e conclamou a todos que rezem pelos falecidos, feridos e famílias atingidas pela dor que também é de toda a Arquidiocese. Durante a cerimônia de lançamento da logomarca, será feito um minuto de silêncio em homenagem às vítimas da tragédia.

JMJ

A Jornada Mundial da Juventude, que se realiza anualmente nas dioceses de todo o mundo, prevê a cada 2 ou 3 anos um encontro internacional de jovens com o Papa – uma grande celebração da juventude, do que significa ser Igreja, Povo de Deus em meio ao mundo, unido na fé e no amor, e enviado a testemunhar Cristo ressuscitado até os confins da terra. O encontro dura aproximadamente uma semana. A última edição internacional da JMJ foi realizada em agosto de 2011, na cidade de Madri, na Espanha, e reuniu centenas de milhares de jovens de mais de 190 paises.

A XXVIII Jornada Mundial da Juventude será realizada de 23 a 28 de julho de 2013 no Rio de Janeiro e atrairá jovens de todo o mundo para o encontro com o Papa Bento XVI.

O Brasil já vive o clima da Jornada, com a peregrinação da Cruz dos jovens e do Ícone de Nossa Senhora pelo país. Os símbolos da JMJ percorrerão todas as dioceses brasileiras e os países do Cone Sul em preparação para a JMJ Rio2013.